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Data de lançamento
9 Out. 1998Duração
Ricky (Jeff Goldblum) e Kate (Kelly Preston) trabalham num canal de vendas de produtos pela televisão deficitário. O chefe lhes dá uma derradeira chance de mudar a situação. Desesperados, eles quase atropelam G (Eddie Murphy), homem que busca revelação religiosa e que é transformado num evangelista do consumo, tornando-se sensação imediata com sua lábia e aumentando os índices de audiência.
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Vi pela primeira vez e não curti, nada demais.
Bem esquecível aliás
Filme regular que se arrasta desnecessariamente. O Eddie Murphy faz uma espécie de Didi Mocó zen que serve de cupido entre o casal que trabalha na rede de televisão produzindo o programa de televendas. O filme tem seus bons momentos, como Murphy mostrando seus poderes em uma festa ou na sua estreia no programa de televendas.
Na meia hora final o filme perde completamente a graça e fica piegas para passar sua lição de moral de que dinheiro não compra felicidade.
Um filme de comédia-drama satírico, fracasso comercial e críticas negativas dos críticos, felizmente sou do contra e não achei tão ruim quanto imaginava, me senti muito na vibe do Eddie Murphy, cheia de mensagem subliminar, capitalismo vs bem-estar social vs saúde mental, tudo muito bonitinho, bobinho, mas fofinho e funciona como comédia leve e despretensiosa, e até nos tira alguma emoção no desfecho igualmente fofinho... Não é tão ruim, mas é muito ruim." By Eddie Murphy
Levei 24 anos pra conseguir ver esse filme novamente. Legal ver gente pouco famosa na época e hoje mais conhecida, a Miami do final dos anos 90 e até a música da Loreena McKennitt rolando, que não lembrava. Apesar de o tempo tê-lo afetado, este drama/comédia continua na lista dos meus favoritos, pela mensagem filosófica e uma pitada de comédia, o que repito, é algo difícil de se fazer.
É um dos filmes menos lembrados da carreira do Eddie Murphy. A proposta do filme é diferente do que se vê normalmente nos trabalhos do ator, que sempre costuma encarnar personagens mais espalhafatosos. Desta vez sua atuação como uma espécie de guru decadente é mais contida. Talvez isso tenha frustrado o público e contribuído para o fracasso do filme.
Mesmo como comédia não é tão ruim, tem alguns momentos inclusive que o Eddie Murphy apresenta seu velho estilo escrachado, como na sequência em que invade os programas de anúncios e experimenta os produtos. A cena da loira sendo eletrocutada pelo dispositivo de beleza é a mais divertida do filme.
Mas desde o início da pra perceber que o foco do filme não é uma comédia pastelão típica do Eddie Murphy. É mais um filme voltado para passar algumas mensagens existenciais de forma mais leve. Tipo para se dar mais valor às pessoas do que ao dinheiro, contra o consumismo desenfreado e de que não se deve julgar o "livro pela capa". Podem não ser as mensagens mais originais e criativas mas funcionam dentro da trama.
Talvez por fugir dos padrões esperado o filme foi um grande fracasso tanto de público quanto de crítica. Mas analisando de uma forma menos rigorosa é uma comédia simpática e reflexiva, merecia um reconhecimento melhor.