Dois oficiais baseados no Japão durante a Guerra da Coréia e a ocupação militar do Japão pelos Estados Unidos envolvem-se com jovens japonesas. Considerados invasores pelos nativos e traidores por seus companheiros, são obrigados a renunciar à paixão.
Quando a História secundária é mais interessante que a principal tem alguma coisa errada, Oscar merecido para os 2 coadjuvantes. A história principal é morna, não cativa em nenhum minuto, Ace troca uma noiva sem graça por outra noiva sem graça. Um filme americano para fazer as pazes com os orientais. Nota 6,0.
História baseada num livro de romance, adaptada ao cinema talvez para buscar melhorar a diplomacia e tolerância entre os cidadãos americanos e japoneses no pós II GM. Nota 6.
Nossa o Marlon Brando era mt gato
Em um contexto pós guerra, essa temática sendo abordada tem seu ponto positivo. O romance principal é pouco cativante, o do amigo roubou totalmente o holofote. Alguns diálogos sem muito propósito alongam o filme desnecessariamente. Sem falar que o objetivo parecia ser desmistificar a questão de preconceito com asiáticos e meio que vai na contramão...
Uma narrativa que fala de amor proibido, as regras que colocamos/aceitamos acima da felicidade, preconceito, xenofobia e traumas de guerra. O roteiro é bom, mas o filme vale mesmo por ser esteticamente lindo (cenografia, figurinos) e nos apresentar um pouco da cultura japonesa de forma honesta, com uma boa trilha sonora e elenco afinado. Temos também os belos shows como cereja do bolo. Muito interessante perceber que os shows femininos eram mais ousados e modernos que os masculinos (fiquei espantada com as pernocas de fora). Vale bastante conferir.