Um scanner fugitivo da polícia, após assassinar um policial e um médico, parte para a vingança contra o responsável por sua prisão, deixando em seu caminho um enorme rastro de corpos, enquanto seu alvo principal recupera forças para o combate decisivo de vida ou morte.
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Scanner Cop II é do mesmo nível do original. Os efeitos especiais são bons e as mortes são legais, mas há apenas uma cabeça expodindo.
Havia assistido SCANNER COP I há muitos anos e rondando o You Tube achei esta sequência igualmente boa. Os efeitos práticos são mui bem realizados e a maquiagem também se destaca (os efeitos do poder telecinético como sangramento, inchaços, feridas e putrefação equivalem ao clipe Trhiller de Michael Jackson). O roteiro se dispõe a mostrar o bandido Scanner em busca de vingança ao Scanner detetive que o pôs na prisão. Diverte bastante com o clima noventista e com os efeitos visualmente monstruosos. Diversão interessante para uma noite.
Por incrível que pareça foi menos ruim que o primeiro. Mais uma vez, temos um filme B com atuação de nível Z. Os diálogos nesse filme, assim como no filme anterior, são dignos de constrangimento e são apresentados da mesma forma. O enredo é extremamente limitado e basicamente mostra o vilão matando pessoas até enfrentar o policial no final. Daniel Quinn está bem, mas o filme realmente pertence ao veterano dos filmes B, Patrick Kilpatrick, que está se divertindo muito como o vilão orgástico e demente. Robert Forster também tem um pequeno papel.
Achei um pouco inferior ao primeiro filme, o que salva aqui são os efeitos práticos e os Body Horror que continuam excelentes.
É legal mas bem inferior ao primeiro filme, mas vale muito pelo supra sumo dos anos 90