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Léo (Cauã Reymond) é um jornalista que cobre eventos para jornais de fora de São Paulo, cidade em que vive. Ele está com sérios problemas financeiros, piorados devido ao atraso com que são pagos os trabalhos que realiza. Ângela (Luíza Mariani) divide o apartamento com Léo e tem um filho de 6 anos, que é praticamente criado por sua empregada. Depressiva, ela fica boa parte do dia na cama e à noite sai em busca de diversão. Em uma noite Léo resolve gastar o pouco dinheiro que tem e, por acaso, encontra Ângela. Ela o apresenta a Marcin (Caroline Abras), que se veste como homem mas possui trejeitos de mulher. Logo ficam amigos e decidem beber, tendo ainda a companhia de Wilson (João Miguel), um taxista com distúrbios mentais. Aos poucos surge entre eles um forte laço afetivo, aumentado ainda mais quando decidem aplicar um golpe.
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Drama nacional da Anhangabaú Produções, Film Noise e Imovision que no Grande Prêmio Cinema Brasil foi indicado a melhor atriz coadjuvante, Leandra Leal; no Prêmio Guarani, mais 7 nomeações: incluindo melhor filme, melhor diretor, melhor ator, Cauã Reymond, melhor revelação, Caroline Abras, e melhor roteiro original, além de outras participações em festivais de cinema no Brasil e nos Estados Unidos.
Em 2006, um jornalista com problemas financeiros e desencantado com a profissão, Leo, uma mulher que se veste de homem, Marcin (que é uma pequena traficante de sexualidade dúbia), e um motorista de táxi problemático no limite da pobreza, Wilson, se tornam amigos e, gradualmente, um vínculo emocional forte e estranho surge entre eles, especialmente quando decidem jogar um jogo de confiança.
Interessante carga dramática nesta trama forte e pesada, com um bom elenco que vive uma estória melancólica em que cada personagem tem seu tipo de problema a enfrentar na pele e seus envolvimentos em coisas erradas que podem custar suas vidas. Interliga a crise existencial dos personagens com a decadência do mundo contemporâneo.
Tipo de filme que você não consegue adivinhar o futuro dos personagens.Caos atrás de caos e alguma leveza no meio do caminho pra amenizar a situação.O trio principal é muito bem entrosado.
>Assistido em 19 de Outubro de 2024
- três fudidos, que não tem mais nada a perder, só encontram uma solução pra sair do buraco que estão
- como sempre, perdem o controle e tava na cara que uma hora ia dar ruim
- marcin, melhor personagem. caroline abras rouba a cena
Queria ter gostado mais, porém não consegui me conectar com a história em momento nenhum.
Consegue ser louco e amarradinho ao mesmo tempo. A proximidade da vida média com o crime incomoda