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Data de lançamento
14 Nov. 2007Duração
Lee (Yunjin), uma brilhante advogada que nunca perdeu nenhum caso, vê sua vida tornar-se um drama quando sua filha de oito anos é seqüestrada. O seqüestrador não pede resgate, em vez disso ele dá à Lee sete dias para ganhar um caso praticamente impossível ou nunca mais verá sua filha.
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Drama excessivo e ritmo acelerado demais. Tem inúmeros filmes coreanos melhores...
Teoricamente tem uma trama perfeita e prende, sim, a atenção do início ao fim.
Mas tive a impressão de que ele joga os fatos na tela meio sem muita explicação, e com um jogo de câmera muito rápido, e isso atrapalhou um pouco a minha "imersão" total na trama.
Foi muito inverossímel o final do julgamento, mas gostei do final da trama. Tem várias cenas bastante tensas.
No geral, achei um filme bom.
Sabe quando um filme quer ser excessivamente complicado, enrolado, confuso e com centenas de reviravoltas, mas acaba por esse motivo ficando totalmente inverossímil e bobo???
Esse é um desses casos..
Esse Thriller coreano é realmente intrincado, tem inúmeras reviravoltas, inúmeros supostos vilões ou assassinos, mas ao mesmo tempo tem uma câmera nervosa irritante, personagens rasos e sem carisma, fatos e situações absurdas e forçadas e uma conclusão para lá de inverossímil e sem sentido.
É aquilo, o filme prende e é vendido por ser exatamente o que é, ou seja, um thriller de suspense investigativo ágil e que prende a atenção do início ao fim, mas falta emoção e um desenvolvimento melhor, os fatos são jogados sobre a tela, as reviravoltas empurradas goela abaixo mesmo você sabendo que isso não era possível e o desfecho é dos mais forçados possíveis, provando que em alguns momentos, tentar ser inteligente e surpreendetne demais acaba não sendo o suficiente para se criar um filme bom.
Desde os primeiros créditos no mais puro branco sobre o negro, negríssimo negro, como se contivesse o clima que está para nos envolver, sim, desde que o telefone toca, aquele toque clássico que soa todavia angustiante, e a gente vê o prédio azulado, os trovões e os flash - imaginados na verdade porque nada foi mostrado além do vulto e dos passos ecoando no corredor ou talvez seja uma varanda, desde então estamos aprisionados provavelmente com o mesmo olhar perplexo da mulher, até o desfecho completamente coreano.
Kim Yun Jin arraso ,acho que ela deveria fazer mais filmes coreanos e esquecer carreira nos Eua