Zsófi é uma adolescente de temperamento forte. Ao descobrir que está grávida, ela decide entregar a criança para adoção, mas após um tempo, começa a duvidar de sua escolha. Ela tem apenas seis semanas para mudar de ideia.
O tema já foi retradado em dezenas de outros filmes. Ao menos em meia-dúzia, com mais profundidade e melhor produção.
Vale o registro cultural/legal de como a adoção é tratada na Hungria e, talvez, em oturos países europeus. Um acordo entre famílias, não um processo seletivo sigiloso, como no Brasil, e com prazo de arrependimento. Tipo no Brasil, mas pelo código de defesa do consumidor. Não é piada, antes que algum exaltado se apresente. Faz sentido pela natureza negocial do instituto, um acordo, com regras e direito de arrependimento.
Gostei, embora lento e a guria um tanto irritante, valeu breve imersão cultural.
O tema já foi retradado em dezenas de outros filmes. Ao menos em meia-dúzia, com mais profundidade e melhor produção.
Vale o registro cultural/legal de como a adoção é tratada na Hungria e, talvez, em oturos países europeus. Um acordo entre famílias, não um processo seletivo sigiloso, como no Brasil, e com prazo de arrependimento. Tipo no Brasil, mas pelo código de defesa do consumidor. Não é piada, antes que algum exaltado se apresente. Faz sentido pela natureza negocial do instituto, um acordo, com regras e direito de arrependimento.
Gostei, embora lento e a guria um tanto irritante, valeu breve imersão cultural.
Muito interessante, e sincero.
E o final?
Produção hungara até que legal, embora o tema já tinha sido explorado em outros filmes, merece uma verificada.