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No Rio de Janeiro, Cacá (Ludmila Rosa), uma VJ da MTV, vem fazer uma matéria sobre uma nova banda, composta por moradores do Complexo do Alemão. Durante a gravação conhece PQD (Rocco Pitanga), um dos músicos, sendo que quando Cacá vai na casa dele pegar uma fita demo acabam passando a noite juntos. Na manhã seguinte, enquanto PQD vai à padaria comprar pão e flores, dois marginais invadem a casa de PQD. Como Cacá estava com pouco dinheiro, a seqüestram e a levam até um caixa eletrônico, mas nervosa, ela erra a senha e invalida o cartão, sendo então espancada e tendo seu cabelo queimado. Na delegacia, confusa, apresenta queixa contra PQD, pois achou muito estranho tudo acontecer quando ele estava ausente. O músico é surpreendido com a notícia de que a polícia está subindo o morro atrás dele e não vê outra alternativa senão fugir para São Paulo, para convencer Cacá de sua inocência. Porém, ao chegar conhece Nando (Caio Junqueira), irmão de Cacá, que quer armar um golpe para ganhar dinheiro e, como PQD é um negro forte, quer usá-lo para assaltar mulheres no final de semana. Em troca, na segunda-feira, Nando faria PQD se encontrar com Cacá e assim ele deixaria claro a situação e ela retiraria a queixa. Mas logo na primeira tentativa o golpe falha e PQD ainda recebe um tiro de raspão de uma ricaça. PQD conhece a turma de Nando e acorda no dia seguinte na casa de Ruth (Débora Lamm), uma amizade colorida de Nando. Como os três precisam de dinheiro para fins diversos, decidem arranjar um novo meio para obter a quantia desejada.
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Um besteirol brasileiro mas muito divertido. E o Caio Junqueira foi sensacional como Nando.
Um filme frenético e replete de atores hoje consagrados e na época muito interessantes, gostei médio, mas ele traz boas questões.
Gostei, roteiro é bom, tem uma crítica sutil, mas algo que me incomodou muito foi tom caricato dos personagens paulistanos , é muito a visão que a maioria das pessoas fora da cidade de SP tem sobre o perfil do paulistano jovem, os excessos da gíria "meu" fora do "time" irritam muito, tirando isso é um filme bom
Uma comédia ácida que revela bem como é a nossa classe média hipócrita.
Tecnicamente o filme é fraco, mas gera uma boa reflexão.