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Data de lançamento
20 Out. 2017Duração
Ben e Rose são crianças de duas eras distintas que, secretamente, desejam vidas diferentes. Ben anseia pelo pai desconhecido, enquanto Rose sonha com uma atriz misteriosa. Quando Ben descobre uma pista e Rose lê uma manchete atraente no jornal, ambas as crianças partem em jornadas que se desenrolam com uma simetria fascinante.
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Não é tão bom quanto Longe do Paraíso e Carol, os outros filmes que vi do Todd Haynes, mas Sem Fôlego é um bom filme do diretor. Baseado em um livro escrito por Brian Selznick (que também escreveu o livro que A Invenção de Hugo Cabret se baseou) o filme se passa em suas épocas diferentes e ficam se revezando. O ritmo é lento e em alguns momentos fica cansativo. Oakes Fegley e Millicent Simmonds tem boas atuações. Já o elenco veterano, com destaque pra Michelle Williams e Julianne Moore que tem pouco tempo de tela, ainda que a segunda tenha um tempo um pouco maior mas não é muito bem aproveitada. Tecnicamente é um filme muito bom. O destaque aqui vai pra fotografia e mais uma ótima trilha de Carter Burwell. Sem Fôlego é um pouco decepcionante, mas não deixa de ser um bom filme. Apesar da técnica excelente faltou ser mais emocionante. De qualquer forma é um bom exemplar na filmografia do diretor.
Realmente esse filme deixa sem fôlego, de tão chato e monótono. Falta emoção até nos personagens mirins. A parte final é explicada, mas continua sem pé nem cabeça essa jornada.
O título brasileiro deste filme é tão equivocado que, por causa dele, demorei em descobrir esta pequena jóia, que demarca uma nova fase na carreira do realizador, ainda que reaproveite marcas registradas testadas anteriormente. Como, em determinado momento, os dois protagonistas infantis concomitantes são surdos, o filme respeita a sua ótica e dedica protagonismo a um terceiro personagem, o músico Carter Burwell, que brilha como narrador compositivo. Millicent Simmonds é muito expressiva e as cenas do filme dentro do filme (protagonizado por uma Julianne Moore à la Lilian Gish) são belíssimas. Michelle Williams vivifica mais uma mulher deprimida enquanto Tom Noonan recebe um personagem à altura do seu talento. Infelizmente, os diálogos proferidos pelo garotinho Oakes Fegley estragam a imersão espectatorial, de modo que, na segunda metade do filme, percebemos uma espécie de conflito estilístico entre aquilo que machucou o diretor Todd Haynes e o que é convertido em espetáculo aprazível pelo escritor e roteirista Brian Selznick. É um filme bonito, mas que se infantiliza demais através das coincidências. O que não é incondizente com a sua proposta, mas está aquém dos trabalhos anteriores deste gênio! (WPC>)
O filme é ruim, infelizmente nada aqui se salva.
Uma história com um enredo interessante, mas com um desenvolvimento lento e cansativo, além dos personagens pouco carismáticos, sinto que não aconteceu para mim.