Nanay Flor é a matriarca da família Pineda, que mantém em funcionamento um cinema com sessões duplas de filmes pornô. Todos da família trabalham ao lado de Nanay Flor: a filha Nayda, o genro Lando e a filha adotiva Jewel, além dos sobrinhos Alan e Ronald. Na medida em que os personagens são apresentados, vamos conhecendo os pecados de cada um - a começar por Nanay Flor, que mantém um casamento bígamo.
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Cinema cru e visceral, rodo cotidiano mostrado na lata.
Pegue um prédio pútrido de sua cidade, visualizou, agora coloque um cinema pornô, sim aquela decadência dos cinemas nos grandes centros, uma vez que os shoppings tomaram conta. cheio de miches, gays e travestis, e jogue no meio disso tudo uma família, administrando isso tudo.
Um prédio vivo sendo consumido, e dentro fervilhando esse cenário acima, onde cada um da família tem uma função e vão convivendo, quase em uma simbiose com a putcharia rolando solta. Ate o momento lendo as criticas, li algo como cada um com seu drama, bom no filme, e meio que etéreo isso, afinal cada família e formada por unidades com seu mundo e dramas, mas aqui as vezes não sei quem e o que de quem, só fica claro a matriarca e seus filhos, o restante , são tios e primos, netos.
Outro ponto, e um cinema sem muito pudor, ate me surpreendi, as coisas são mostradas no pelo. Um dado curioso em alguns momentos, percebe-se que a filmagem e na raça, com pouco recurso, as pessoas que passam em frente ao prédio da produção, e momentos que atores passam pelas ruas, não escondem a curiosidade, torcendo o pescoço mesmo para ver, algumas ate levantas dentro dos ônibus/caminhonetes, mostrando que tudo foi filmado no fervor da cidade, com sua população no vai e vem diário ..
Outro ponto da a entender que Nayda e Ronald tem um caso, Ronald nao e o cara que o traveco faz blowjob,e em sua primeira cena limpa o pimpolho em uma garrafa, e não são todos parentes...que doidera bicho hooo loco mew!!
É uma obra suja, pouco ortodoxa, e com um aspecto muito amador, bem boca do lixo, com certeza vai causa desconforto e poucas pessoas vão gostar...
Sexo, cinema e família.
Não tem representatividade melhor do que esse filme.
Mendoza imprimi seu ritmo e observação semi documental em seu costumeiro ambiente fétido e sujo de uma Filipinas em ruínas. Ainda me incomoda um pouco a forma como o cineasta conduz sua câmera na mão esforçando-se inclusive para que o balançar da imagem tome conta e dê dor de cabeça no espectador, mas confesso que neste filme este recurso funcionou muito melhor que em Kinatay. Não sei ainda continuo em cima do muro com Mendoza, que ao menos em Serviço não me pareceu um diretor tão gratuito quanto em Kinatay.
Impressionante como a Filipinas parece com o Brasil. Ao mesmo tempo que o filme mostra o cotidiano dessa família, sinto que o filme ficou incompleto. Não há desfecho