Dona de um cassino, com um passado muito escuso, se apaixona por um apostador e tenta convencê-lo a mudar de vida e ir morar em uma cidade pequena com seu irmão e uma menina órfã. Porém, a filha de um banqueiro também tenta conquistá-lo, atrapalhando assim, as suas ambições.
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Drama romântico em Technicolor da Universal Pictures descrito como uma "história dura do boom do petróleo em Oklahoma no início de 1900", que foi adaptado do romance best-seller de 1942 "Tacey Cromwell", de Conrad Richter (1890-1968). Embora a música seja geralmente de Frank Skinner, o filme apresenta uma canção de Henry Mancini cantada por Gene Boyd e apoiada pela Orquestra Glenn Miller, que não foi creditada a Mancini.
O triângulo amoroso que permeia a estória deste melodrama é formado pelo galã Rock Hudson (1925-1985), pela quase sempre eficiente Anne Baxter (1923-1985) e a bela Julie Adams (1926-2019), enquanto que Natalie Wood (1938-1981) tem uma participação pequena e discreta. Embora seja uma estória simples e rotineira, fica melhor
na parte final após o incêndio que acontece com a rancorosa e malvada Judith, a rica madame responsável por todos os problemas criados entre Tacey, Clint e as crianças.
Achei envolvente logo no começo e tem tanto o estilo de Douglas Sirk...
Apaixonada pela Anne Baxter nesse filme, fantástica! Amei a personagem desde o primeiro minuto em que ela apareceu. Uma mulher completamente apaixonada, e disposta a tudo pra ficar ao lado do homem que ama, no caso, o Rock, até mesmo aceitar as suas condições de não ter um envolvimento sério.
Aliás, o casal Anne/Rock é um daqueles que entrou pra minha lista "WOW". Do tipo pelo qual você anseia a hora em que eles dois estarão juntos na tela, e que, quando isso acontece, provoca suspiros feat. arrepios.
Agora, uma ironia desse filme é o fato de que
Tacey, a prostituta, é muito mais digna, maternal e batalhadora, e até mesmo ingênua, visto o que aconteceu, do que a "Mocinha de família", Judith, que na verdade é fria, mimada e calculista. Bem interessante esse paralelo.
No mais, amei todo o filme, masss queria um final ligeiramente melhor, se fosse possível. Ficou um tanto vago.
É um drama daqueles ótimos. Tive que favoritar. E digo outra vez: QUE CASAL!