Dois limpadores de chaminés que vivem em casamentos monogâmicos e heterossexuais acabam em situações que desafiam suas visões sobre sexualidade e papéis de gênero.
O Longa traz conversas que geralmente fazem parte da vida real, mas raramente são abordadas no cinema, e isso é justamente o seu grande diferencial. A forma como esses assuntos são conduzidos pode tornar a experiência um pouco cansativa, exigindo que nós, espectadores, estejamos dispostos a embarcar na proposta. Ainda assim, vale a pena assistir!
Os casais passam horas discutindo de forma enfadonha os pormenores de um impacto de uma traição homoafetiva. Em resumo, o amigo que ouviu ficou com desejo reprimido, e o que pulou a cerca pra dar pra outro macho ficou com sentimento de culpa, tudo isso seria muito bem resolvido por uma educação não cristã bem feita. Mesmo os filmes adolescentes da Netflix parecem já superar esse discurso moral rasteiro. E temos de brinde uma personagem falando sobre Hanna Arendt de forma completamente deslocada, só para dar fermento a um tal discurso de liberdade individual. Chega a doer. Ao menos tem sim lampejos de reflexões sobre a masculinidade, mas é tão engessado que não dá para levar muito a sério.
Personagens peculiares e diálogos saborosos que nunca perdem o interesse. Claro que a gente lembra do estereótipo dos filmes noruegueses: casais loiros e estáveis financeiramente gastando neurônios em problemas claramente evitáveis. O longa não foge a isso e parece ironicamente até mesmo aprofundar essa característica, mas sempre dentre de assuntos pertinentes e de um senso de humor latente.
O Longa traz conversas que geralmente fazem parte da vida real, mas raramente são abordadas no cinema, e isso é justamente o seu grande diferencial. A forma como esses assuntos são conduzidos pode tornar a experiência um pouco cansativa, exigindo que nós, espectadores, estejamos dispostos a embarcar na proposta. Ainda assim, vale a pena assistir!
Diálogos instigantes que levantam ideias dificilmente apresentadas nas telas, esse é o tipo filme que levamos para as rodas de conversa!! Incrível!!
Os casais passam horas discutindo de forma enfadonha os pormenores de um impacto de uma traição homoafetiva. Em resumo, o amigo que ouviu ficou com desejo reprimido, e o que pulou a cerca pra dar pra outro macho ficou com sentimento de culpa, tudo isso seria muito bem resolvido por uma educação não cristã bem feita. Mesmo os filmes adolescentes da Netflix parecem já superar esse discurso moral rasteiro. E temos de brinde uma personagem falando sobre Hanna Arendt de forma completamente deslocada, só para dar fermento a um tal discurso de liberdade individual. Chega a doer. Ao menos tem sim lampejos de reflexões sobre a masculinidade, mas é tão engessado que não dá para levar muito a sério.
Personagens peculiares e diálogos saborosos que nunca perdem o interesse. Claro que a gente lembra do estereótipo dos filmes noruegueses: casais loiros e estáveis financeiramente gastando neurônios em problemas claramente evitáveis. O longa não foge a isso e parece ironicamente até mesmo aprofundar essa característica, mas sempre dentre de assuntos pertinentes e de um senso de humor latente.
Cumpri tratados / Mantive os ritos
Ceguei a lança / Guardei no meu quarto
Conversa aaaassertivaaa
E não me importa se eu for vencido
Minha vida, meus trecos, meus caminhos certos
Meu sangue nóóórdico
Minha’alma libeeeerta