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Sexta-Feira 13 - Parte II - Brasil
Friday the 13th Part II - Estados Unidos da América
Sinopse
Cinco anos após o massacre no acampamento Cristal Lake, novos instrutores se instalam num acampamento próximo. Um a um, os jovens do grupo são atacados e brutalmente mortos, revivendo a lenda de Jason.
Confesso que sou fissurado na cineserie, SEXTA - FEIRA 13, já visto inúmeras vezes na TV aberta (Rede Globo - Rede TV), em formato DVD (inclusive tenho a coleção da PARAMOUNT na minha videoteca), visto também nos streamings PLUTO TV, TV BOX, enfim foram inúmeras reprises vistas. Sempre achei este segundo filme dirigido por Steve Miner um pouco melhor que o original (muito embora o seu precursor também tenha algumas qualidades). Entretanto, quando se trata de roteiro, atuações mais convincentes, elenco mais carismático e uma final girl que fez jus a sua personagem (e aqui Amy Steel foi melhor que a péssima e insossa Adriane King), esta segunda sequência se sai melhor que o original diante dos elementos aqui expostos. Amy Steel teve aqui uma das melhores final girls da cineserie, ela se mostra mais inteligente, sua personagem é melhor trabalhada e desenvolvida, e ela tem uma atuação muito convincente. Adriane King aqui tem uma participação logo no bom início narrativo, porém, ela já demostra a fraca atriz que foi nessas primeiras cenas iniciais abusando de alguns cacoetes nada convincentes. Por sua vez, Betsy Palmer possui uma participação apenas nalgumas cenas finais, nuns exdrúxulos flashbacks cujo a personagem da Amy Steel tenta enganar Jason Voorhees com jogos psicológicos (lembrando que sua personagem é uma psicóloga infantil). A trilha sonora assinada por Harry Manfredini continua muito boa dando o tom do suspense em cenas chaves. Enquanto a maquiagem feita por Tom Savani é mui funcional. Talvez esta segunda sequência foi a que mais assisti, mas tenho uma relação afetiva com todos os filmes destes cineserie, apesar dos seus defeitos!
- Após o longo recap do primeiro filme, fiquei gag que Jason mata a protagonista na primeira cena de maneira super gráfica e inesperada! Achei curioso pois nunca vejo essa cena citada nas mesmas listas que incluem "Pânico" (1996), afinal é basicamente a mesma ideia da cena da Drew Barrymore, que por sua vez, cita este filme na pergunta derradeira do assassino ao telefone. Até uma ligação suspeita a moça deste recebe! E a cabeça no refrigerador também foi referenciada na abertura de "Pânico VI" (2023)... me diverti notando esses paralelos.
- Gostei bastante da música de Harry Manfredini, especialmente mais pro final; achei interessante a lógica do 'giallo' usada aqui, onde o mistério do Jason é bem trabalhado pelo diretor Steve Miner até o clímax; a cena do casal que é morto na cama pós-coito e a do cutie cadeirante também remontam ao giallo, sendo tiradas de "A Bay Of Blood", de Mario Bava; a cena da porta de "O Iluminado" (lançado um ano antes) também é referenciada na longa (e boa) sequência de perseguição a Ginny...
- Sempre fico impressionado com a naturalidade da sexualidade dessa era dos slashers, todo o elenco é muito sexy, crushei na rapazeada. Além disso, achei a construção dos personagens e suas relações melhor que no filme original, eles têm carisma, atuações convincentes e não são esquecíveis para a duração de apenas 87 min.
- O final é bem rocambolesco, tipo, como que o Paul achou a casa do Jason no meio do mato se o xerife, conhecendo a região, teve que correr meia hora mato adentro e ainda achou POR ACASO? Há diversas outras inconsistências, como a própria premissa do filme 'per se', mas... um slasher exige esse tipo de suspensão de descrença.
- Curti o jump scare final, me pegou de surpresa hehe. O trabalho de maquiagem do filme é bem funcional.
- Queria que esse visual do Jason aqui, que é icônico, fosse tão valorizado quanto o clássico da máscara de hockey. . #PlutoTV
Sei lá eu só acho que a continuação da parte 2 podia ter tomado caminhos extremamente interessantes de roteiro e escolheram o mais preguiçoso possível.
Pegue Friday The 13th Part 1, retire todas as coisas que fazem daquele um bom filme e você tem Friday The 13th Part 2. I mean, Personagens: não são tão ruins e tem alguns bem carismáticos, mas os do primeiro são muito melhores e mais críveis; Direção: a do primeiro filme é a alma do filme, é o que torna ele tão impactante, já aqui ela não tem presença alguma, é usual é funcional, é sem graça; Trilha sonora: nada novo e o primeiro utiliza melhor; Mortes: NEM ISSO ele consegue ser bom, mesmo que as do primeiro não fossem tão boas (o que são, todas muito fodas) as desse ainda seriam péssimas, sério não tem uma morte criativa; Assassino: preciso nem falar né o jason só se tornou carismático depois, aqui ele é muito whatever e não tem um pingo da presença que a mãe dele tem.
É isso, filme chato, bem qualquer coisa, muito preguiçoso. Eu só não dou duas estrelas porque ele não é realmente horrível sabe, só não é nada demais. O terceiro ato é pelo menos muito divertido e engraçado, tem muito mais carisma que o resto do filme e o clímax teve uma ótima sacada.
Melhor que o primeiro.
Mas é bem monótono.
Slasher básico porém clássico, temos Jason ainda em seu início sem a máscara maneira. Final girl inteligentissima.
Confesso que sou fissurado na cineserie, SEXTA - FEIRA 13, já visto inúmeras vezes na TV aberta (Rede Globo - Rede TV), em formato DVD (inclusive tenho a coleção da PARAMOUNT na minha videoteca), visto também nos streamings PLUTO TV, TV BOX, enfim foram inúmeras reprises vistas. Sempre achei este segundo filme dirigido por Steve Miner um pouco melhor que o original (muito embora o seu precursor também tenha algumas qualidades). Entretanto, quando se trata de roteiro, atuações mais convincentes, elenco mais carismático e uma final girl que fez jus a sua personagem (e aqui Amy Steel foi melhor que a péssima e insossa Adriane King), esta segunda sequência se sai melhor que o original diante dos elementos aqui expostos. Amy Steel teve aqui uma das melhores final girls da cineserie, ela se mostra mais inteligente, sua personagem é melhor trabalhada e desenvolvida, e ela tem uma atuação muito convincente. Adriane King aqui tem uma participação logo no bom início narrativo, porém, ela já demostra a fraca atriz que foi nessas primeiras cenas iniciais abusando de alguns cacoetes nada convincentes. Por sua vez, Betsy Palmer possui uma participação apenas nalgumas cenas finais, nuns exdrúxulos flashbacks cujo a personagem da Amy Steel tenta enganar Jason Voorhees com jogos psicológicos (lembrando que sua personagem é uma psicóloga infantil). A trilha sonora assinada por Harry Manfredini continua muito boa dando o tom do suspense em cenas chaves. Enquanto a maquiagem feita por Tom Savani é mui funcional. Talvez esta segunda sequência foi a que mais assisti, mas tenho uma relação afetiva com todos os filmes destes cineserie, apesar dos seus defeitos!
- Após o longo recap do primeiro filme, fiquei gag que Jason mata a protagonista na primeira cena de maneira super gráfica e inesperada! Achei curioso pois nunca vejo essa cena citada nas mesmas listas que incluem "Pânico" (1996), afinal é basicamente a mesma ideia da cena da Drew Barrymore, que por sua vez, cita este filme na pergunta derradeira do assassino ao telefone. Até uma ligação suspeita a moça deste recebe! E a cabeça no refrigerador também foi referenciada na abertura de "Pânico VI" (2023)... me diverti notando esses paralelos.
- Gostei bastante da música de Harry Manfredini, especialmente mais pro final; achei interessante a lógica do 'giallo' usada aqui, onde o mistério do Jason é bem trabalhado pelo diretor Steve Miner até o clímax; a cena do casal que é morto na cama pós-coito e a do cutie cadeirante também remontam ao giallo, sendo tiradas de "A Bay Of Blood", de Mario Bava; a cena da porta de "O Iluminado" (lançado um ano antes) também é referenciada na longa (e boa) sequência de perseguição a Ginny...
- Sempre fico impressionado com a naturalidade da sexualidade dessa era dos slashers, todo o elenco é muito sexy, crushei na rapazeada. Além disso, achei a construção dos personagens e suas relações melhor que no filme original, eles têm carisma, atuações convincentes e não são esquecíveis para a duração de apenas 87 min.
- O final é bem rocambolesco, tipo, como que o Paul achou a casa do Jason no meio do mato se o xerife, conhecendo a região, teve que correr meia hora mato adentro e ainda achou POR ACASO? Há diversas outras inconsistências, como a própria premissa do filme 'per se', mas... um slasher exige esse tipo de suspensão de descrença.
- Curti o jump scare final, me pegou de surpresa hehe. O trabalho de maquiagem do filme é bem funcional.
- Queria que esse visual do Jason aqui, que é icônico, fosse tão valorizado quanto o clássico da máscara de hockey.
.
#PlutoTV
[review de 30 de Outubro de 2021]
Sei lá eu só acho que a continuação da parte 2 podia ter tomado caminhos extremamente interessantes de roteiro e escolheram o mais preguiçoso possível.
Pegue Friday The 13th Part 1, retire todas as coisas que fazem daquele um bom filme e você tem Friday The 13th Part 2. I mean, Personagens: não são tão ruins e tem alguns bem carismáticos, mas os do primeiro são muito melhores e mais críveis; Direção: a do primeiro filme é a alma do filme, é o que torna ele tão impactante, já aqui ela não tem presença alguma, é usual é funcional, é sem graça; Trilha sonora: nada novo e o primeiro utiliza melhor; Mortes: NEM ISSO ele consegue ser bom, mesmo que as do primeiro não fossem tão boas (o que são, todas muito fodas) as desse ainda seriam péssimas, sério não tem uma morte criativa; Assassino: preciso nem falar né o jason só se tornou carismático depois, aqui ele é muito whatever e não tem um pingo da presença que a mãe dele tem.
É isso, filme chato, bem qualquer coisa, muito preguiçoso. Eu só não dou duas estrelas porque ele não é realmente horrível sabe, só não é nada demais. O terceiro ato é pelo menos muito divertido e engraçado, tem muito mais carisma que o resto do filme e o clímax teve uma ótima sacada.
Nota: 5.0