Louise e Kasper desejam se tornar pais mas Louise não pode conceber uma criança. Ela sela um pacto com sua empregada romena, Elena, para carregar em si um filho de Louise, mas as coisas não acontecem como eles planejavam.
Uma atmosfera lúgubre, porém com tensão praticamente zero. Não acho todos filmes parados ruins, mas nesse foi fator importante, pois faz com que o espectador precise ser perseverante na busca de algo que o entretenha (para alguns, não chega nunca). Única coisa que achei interessante foi a miscelânea de idiomas falados: dinamarquês, inglês, norueguês, sueco e romeno...
O longa de estreia do diretor Ali Abbasi (Border) tem uma premissa interessante, logo de início, ele une o casal Louise e Kasper à jovem Elena, que aceita ser barriga de aluguel deles por não conseguirem engravidar.
Tudo é escancarado já nos primeiros minutos e, então, o filme se arrasta pela hora seguinte com um aumento constante dos surtos da personagem Elena. Isolamento, gravidez complicada e um mistério acerca do que está acontecendo.
Não tem como não se lembrar de O Bebê de Rosemary, sai o culto satânico (sai?) e entra em cena uma casa isolada sem energia elétrica e de hábitos bucólicos. O entendimento fica à mercê do espectador, mas, pra mim, faltou algo em que eu pudesse me apegar.
É um terror à moda antiga, hoje chamariam de pós-horror; não há muito sangue, nem sustos e se sustenta num ritmo lento e na ambientação quase sem vida e sem cores que Abbasi impõe à narrativa.
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Atmosfera sombria, aquele clima de suspense lentamente crescente.... como gosto desse tipo de filme...nem ligo se termina meio no vácuo rs
Uma atmosfera lúgubre, porém com tensão praticamente zero. Não acho todos filmes parados ruins, mas nesse foi fator importante, pois faz com que o espectador precise ser perseverante na busca de algo que o entretenha (para alguns, não chega nunca). Única coisa que achei interessante foi a miscelânea de idiomas falados: dinamarquês, inglês, norueguês, sueco e romeno...
O longa de estreia do diretor Ali Abbasi (Border) tem uma premissa interessante, logo de início, ele une o casal Louise e Kasper à jovem Elena, que aceita ser barriga de aluguel deles por não conseguirem engravidar.
Tudo é escancarado já nos primeiros minutos e, então, o filme se arrasta pela hora seguinte com um aumento constante dos surtos da personagem Elena. Isolamento, gravidez complicada e um mistério acerca do que está acontecendo.
Não tem como não se lembrar de O Bebê de Rosemary, sai o culto satânico (sai?) e entra em cena uma casa isolada sem energia elétrica e de hábitos bucólicos. O entendimento fica à mercê do espectador, mas, pra mim, faltou algo em que eu pudesse me apegar.
É um terror à moda antiga, hoje chamariam de pós-horror; não há muito sangue, nem sustos e se sustenta num ritmo lento e na ambientação quase sem vida e sem cores que Abbasi impõe à narrativa.
Tem momentos bons mas no conjunto, faltou algo!