Quando um casal de vigaristas prende a jovem Alice Faulkner contra sua vontade, a fim de descobrir o paradeiro de cartas que poderiam significar um escândalo para a Família Real, Sherlock Holmes entra no caso.
Nesse filme (como no anterior, O Cão dos Baskervilles) o Dr. Watson tem uma participação bem pequena. Mas aqui Holmes já se mostra bem mais inteligente e perspicaz. Filme dividido em 4 partes ou episódios (originalmente exibidos como série).
Tem um grande valor histórico, por ser a única aparição no cinema, do ator de teatro William Gillette. Gillette foi também o responsável por "criar" a persona de Sherlock Holmes. Todos os filmes produzidos após esse, tiveram a composição de personagem, baseada na que Gillette compôs para o cinema. O filme é baseado na peça que o próprio Gillette havia escrito e feito no teatro. Gillette desprezava o cinema e a única razão por ter aceito fazer esse filme, foi o medo de estragarem a composição do Sherlock. O elenco do filme é o mesmo da peça. Esse filme passou anos considerado como perdido e quando estava prestes a completar 100 anos de sua estreia, foi descoberto nos arquivos da Cinemateca Francesa. Foi restaurado e voltou a ser exibido e conhecido. Eu achei o filme um pouco cansativo. O mote principal seguraria bem se o filme tivesse uma duração mais curta. No mais, o que segura a atenção é a atuação de Gillette que faz um Sherlock Holmes elegante, discreto e modesto. Vale a pena ver em caráter de curiosidade.
Nesse filme (como no anterior, O Cão dos Baskervilles) o Dr. Watson tem uma participação bem pequena. Mas aqui Holmes já se mostra bem mais inteligente e perspicaz. Filme dividido em 4 partes ou episódios (originalmente exibidos como série).
Tem um grande valor histórico, por ser a única aparição no cinema, do ator de teatro William Gillette. Gillette foi também o responsável por "criar" a persona de Sherlock Holmes. Todos os filmes produzidos após esse, tiveram a composição de personagem, baseada na que Gillette compôs para o cinema. O filme é baseado na peça que o próprio Gillette havia escrito e feito no teatro. Gillette desprezava o cinema e a única razão por ter aceito fazer esse filme, foi o medo de estragarem a composição do Sherlock. O elenco do filme é o mesmo da peça. Esse filme passou anos considerado como perdido e quando estava prestes a completar 100 anos de sua estreia, foi descoberto nos arquivos da Cinemateca Francesa. Foi restaurado e voltou a ser exibido e conhecido.
Eu achei o filme um pouco cansativo. O mote principal seguraria bem se o filme tivesse uma duração mais curta. No mais, o que segura a atenção é a atuação de Gillette que faz um Sherlock Holmes elegante, discreto e modesto. Vale a pena ver em caráter de curiosidade.