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Data de lançamento
8 Set. 2016Duração
Após a semana do Shivá, tradicional cerimonia judaica pós-luto, Eval ainda lamenta pela morte de seu filho, mas sua esposa o incentiva a seguir a sua rotina. Ao invés disso, ele prefere fumar maconha com um jovem vizinho, e as viagens impulsionadas pelo consumo da planta o farão perceber que ainda existem coisas na vida que valem a pena ser vividas.
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A premissa é mais legal que o filme em sim.... adoro filme com gente fumando um, serio ou de humor... desmistificando a planta... mas achei os personagens idiotas e chatos....
Existem muitas maneiras de se enfrentar temas enroscados, e o senso de humor está entre as minhas preferências. Não a galhofa, nem a tolice, e sim a inteligente e irônica observação da realidade. Em vez de transformar o luto em um manancial de lágrimas, Asaph Polonsky, em seu trabalho de estreia na direção e roteiro, procura cultivar a dor do casal de protagonistas por meio da ferocidade, da apatia e do descolamento destes com a ausência posta diante de si. Ao mesmo tempo, a abordagem tragicômica do cineasta não está imune à sensibilidade, e note que o testemunho retratado em um flashback entende a forma com que o luto agarra-se à vida do ente sobrevivente e não mais vai embora, igual a uma mancha no para-brisa que, apesar de todos os esforços, teima em não sair. Aí está presente o mérito desta comédia, por exclusiva vocação do enfoque narrativo: a sua aptidão em compreender o sofrimento extraído através de uma lágrima discreta, mas não ignorante à importância de um sorriso sincero, ainda que tímido.
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Filme chaterrimo...aposta naquela veeeeelha fórmula de juntar o personagem bobo alegre com o personagem amargo. Não conseguiu me despertar interesse nenhum no desenrolar das personagens. O vizinho era o mais nada a ver de todos, acho que o diretor não manja muito sobre efeitos da maconha...
Uma estrela pelos gatinhos
Gostei!!
Me arrancou muitas risadas!
:)
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