Uma mulher está em liberdade condicional. Seu agente, interessado em reabilitá-la, confia-lhe o trabalho de cuidar da própria mãe, uma senhora cega. Da intimidade nascerá a paixão. Para ele, abdicar a carreira e a dignidade familiar são riscos a se enfrentar. Já ela, poderá ter que sujar novamente as mãos de sangue. Mas será possível encontrar liberdade para o amor com os ombros assolados pelo peso de um crime?
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O começo e desenvolvimento são muito bons, mas o final é muito fraco. Gosto muito de como o romance é desenvolvido. A direção de Douglas Sirk é boa, assim como roteiro de Samuel Fuller também seja bom, ainda que tenha seus problemas, principalmente no final. Patricia Knight é linda mas muito limitada. Cornel Wilde está apenas bem. Apaixonados vai muito bem até o final com uma resolução muito fácil.
Quatro estrelas pelo Douglas Sirk, porque se dependesse dessa Patrícia Knight... Nunca tinha ouvido falar da fulana, com a interpretação mais fraca que café de orfanato, embora Cornel Wilde estivesse muito bem e levasse o filme nas costas. Final abrupto, sem pé nem cabeça, com vilão se tornando herói aos 48 do 2° tempo.
Visto em 28/12/23
Assim como em "Gilda (1946)" e "A Loira Tenebrosa (1948)", "Apaixonados (1949)" é um noir em que o crime fica como pano de fundo e a presença da femme fatale é muito mais presente. É ela quem move a história e todos os acontecimentos giram ao seu redor. Aqui essa figura é interpretada pela Patricia Knight, que está linda (principalmente com o cabelo loiro). Também lembra "Mortalmente Perigosa (1950)" e "Bonnie e Clyde (1967)", já que os protagonistas precisam fugir após cometer o crime, a diferença é que aqui eles não têm prazer por isso. Também gostei bastante do Griff, já que ele aparenta ser uma boa pessoa (por cuidar da mãe cega, dos irmãos e dos ex-presidiários) e ainda por cima, ele é enganado, então é fácil sentir empatia por ele. Mas o final é muito forçado, resolveram as coisas do jeito mais fácil possível.
Assisti no dia 11/10/21
Achei o envolvimento do casal principal muito forçado, essa Patricia Knight...o que tinha de bonita, tinha de canastrona também. O final é o mais forçado que já vi na vida e olha que eu já vi filme p caramba. Porém, o filme segue um rumo totalmente inesperado por mim e por isso gostei.
Durante o filme, eu pensava: quem é essa atriz totalmente sem expressão ?? Fui pesquisar sobre ela, se chamava Patricia Knight. Eu nunca a tinha visto em nenhum filme, e a achei tão inexpressiva, me fez lembrar Randolph Scott (porém ele, tinha talento, apesar de ser inexpressivo também, e talvez a grande diferença entre eles é que o Scott tivesse carisma perante o púbico). Continuei a pesquisar e descobri que ela e Cornel Wilde foram casados entre os anos de 1937 a 1951, pensei: tá explicado como uma pessoa sem a menor expressão poderia ser a atriz coadjuvante num filme, ela era a esposa do ator que interpretava o personagem principal. Em toda a sua carreira Patricia Knight participou apenas de 5 filmes e 1 episódio da série de TV "The Lone Wolf". Após se separar de Cornel Wilde, ela nunca mais conseguiu nenhum papel, também pudera, vai atuar mal assim lá na China. rs Achei que essa certa "antipatia" que senti pela Patricia comprometeu um pouco eu gostar do filme, porém...
após a Jenny (Patricia Knight) cometer seu segundo crime, a tentativa de homicídio contra Harry Wesson (John Baragrey), o filme se torna bem melhor, a fuga dos personagens Jenny/Griff traz boas cenas de ação. Mas o final, foi um tanto quanto apressado, então o Harry perdoaria a Jenny, e de uma hora pra outra, ele decidiu dizer que o tiro foi um acidente ??? Num estalar de dedos, Harry Wesson resolveu se tornar bonzinho. Esse final, não me convenceu.