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Venha um, venham todos, O Barco das Ilusões vai atracar!
A rota d'O Barco das Ilusões zarpou do romance de Edna Ferber até ao musical de Jerome Kern e Oscar Hammerstein II levado ao grande ecrã em três versões (1929, 1936 e 1951) fazendo novas etapas nos teatros.
Produzida por Arthur Freed e realizada por George Sydney, esta versão de 1951 narra as existências dos membros do navio-espectáculo itinerante O Barco das Ilusões protagonizado pelas estrelas mais brilhantes da época (Kathryn Grayson, Ava Gardner e Gower Champion). Filmado em Technicolor, O Barco das Ilusões conta ainda com um barco a vapor construído a preceito, canções e sequências de dança inolvidáveis, e um desafio igualmente intemporal a preconceito e racismo. "Esta é uma canção que vai ficar para além das nossas mortes", disse Ferber ao ouvir o clássico Ol' Man River pela primeira vez. E ela tinha razão: O Barco das Ilusões é um marco na história dos musicais.
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Este é um exemplar musical super quadradão, completamente datado, com canções muito ruins, que me fazem até aceitar a ideia daqueles que odeiam musicais. Muito embora eu seja um entusiasta do gênero este Barco das Ilusões só tem sua paleta de cores como ponto positivo, de resto nada funciona , inclusive a bizarra e inaceitável redenção do casal.
Revi esse filme Musical de 1951.
Para quem não aguenta, gosta de musical, não vai gostar desse, admito que é datado e não ia funcionar hoje em dia, mas para época funcionou.
Ava Gardner, sempre quando está em cena, rouba o filme para ela, devia ter Aparecido em todas as cenas.
Encantadora...
O Fim da personagem da Ava é muito triste..
O resto do elenco também é bom.
Não é o musical que eu considero muito bom, mas
É um filme que vale da uma olhada.
Clássico cult, marcante e inesquecível, "O Barco das Ilusôes", era figurinha carimbada nos primeiros anos da Sessão da Tarde. Filmado anteriormente em 1929 e em 1936, esta terceira adaptação de 1951 foi feita em Technicolor no estilo exuberante típico da MGM. Elogiado como um dos musicais mais populares da MGM, também foi o terceiro filme mais rentável daquele ano.
Traz em seu elenco estrelas como Ava Gardner, Kathryn Grayson e Howard Keel. A impecável fotografia e a belíssima trilha sonora receberam indicações ao Oscar. Vale ressaltar a direção eficiente de George Sidney. Na época, este antológico filme foi um enorme sucesso mundial e até hoje, continua cativante e encantador.
O início do filme parece meio sem rumo com muitas situações e personagens, mas ele acaba logo corrigindo isso entregando uma história que nos prende a atenção até os seus minutos finais. A trilha sonora é repleta de ótimas canções, daquelas que ficam na nossa cabeça depois que o filme termina. Um dia ainda quero conferir a versão de 1936 que parece ser tão boa como essa.
O maior problema é a suposição de que vamos comprar todos os sentimentos dos personagens sem ao menos um contexto.
Musical precisa ser fluido e orgânico pra não ficar cansativo. Não achei a produção bem executada, apesar das boas atuações. Aliás, eu juro que eu trocaria a ordem de alguns números musicais e faria mais sentido que a versão original.