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Douglas (Richard Harris) é um empresário e resolve se aventurar pela Sibéria, na Rússia, em 1885, para vender uma nova colheitadeira de madeira movida à vapor. Jane (Julia Ormond), assistente de Douglas, acompanha ele na viagem e acaba se apaixonando por Andrei (Oleg Menshikov), um oficial russo, por quem faz juras de amor. Porém, o general Radlov (Aleksey Petrenko) se encanta com a beleza dela e, para ajudar Douglas a ter uma reunião com o grão-duque, ela nega seu amor por Andre, que acaba descobrindo e atacando o general.
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O que há de melhor na sétima arte. Um filme espetacular!
***** CINCO ESTRELAS
Filme medíocre que em nada tem a ver com a Rússia, a sua História, nem tão pouco com a cultura e características do povo Russo.
O Barbeiro da Sibéria tem uma cadência teatral, é verdade. Talvez isso tenha prejudicado o ritmo da história, que leva quase 3 horas pra ser contada. Mas, talvez, essa também seja a sua maior vantagem.
O filme tem um charme genuíno. É tragicômico. E com essa premissa conseguiram desenvolver um romance singelo, mas com muito envolvimento emocional.
Fazia tempo que não me emocionava com uma cena igual àquela do trem, da transferência. Ela fez a experiência valer a pena.
"Tolstoi, o primo do escritor?"
Não sei as narrativas dos filmes russos são sempre construídas assim. A dúvida é suficiente para me fazer correr atrás de mais experiências cinematográficas produzidas por lá. Culpem Sibéria. Ainda bem.
Melhor filme que eu vi esse ano, nunca gosto de dizer que o nome do filme é "Siberia" a tradução tirou o nome que da significado pro filme. Cenas muito marcantes, engraçadas, cativantes e emocionantes. Simplesmente uma obra de arte que você não encontra qualquer dia !!!!
Filme delicado, engraçado na sua inocência e simplicidade. O figurino é lindo, assim como os cenários, todos os personagens são apaixonantes, impossível desgostar totalmente de algum. Jane é encantadora, e a amizade e fraternidade entre os cadetes também, o final melancólico, mas nem por isso menos esperançoso.