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Data de lançamento
5 Dez. 1958Duração
Quando o lendário Simbad, sai numa perigosa jornada para a misteriosa Ilha de Colossus, ele se envolve em uma incrível e movimentada aventura. Ele precisa quebrar o encanto que um diabólico feiticeiro jogou em sua amada princesa. Mas, antes que possa salva-la, Simbad vai enfrentar uma incrível coleção de monstros místicos, o ciclope devorador de homens, um guerreiro esqueleto, o Roc, um feroz pássaro de duas cabeças e um dragão que expele fogo.
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14/09/2026
assistido na tv aberta
Nathan Juran foi sem dúvida um cineasta que trabalhou muito bem com filmes mitológicos de fantasia com apertado orçamento produzindo bons filmes. É o caso SIMBAD E A PRINCESA. A aventura de Simbad, aqui, é ir atrás do feiticeiro que jogou um encanto em sua princesa e com isso, enfrentar uma diversidade de monstros e criaturas mitológicos; monstros místicos, o ciclope devorador de homens, um guerreiro esqueleto, o Roc, um feroz pássaro de duas cabeças e um dragão que expele fogo. Os efeitos visuais dos monstrengos produzidos pelo mago do Stop Motion Ray Harryhausen é bastante bem realizado para época e nostálgicos. Uma sessão da tarde saudosa!
O cinema norte-americano produziu dezenas de filmes e animações populares sobre o marujo, explorador dos sete-mares e aventureiro Simbad, personagem celebre dos contos árabes ‘As mil e uma noites’. A primeira aparição dele em filme foi em ‘Sinbad, o marujo’ (1947), com Douglas Fairbanks Jr no papel principal; depois vieram outras aventuras, como ‘O filho de Sinbad’ (1955), esse ‘Simbad e a princesa’ (1958) – um dos melhores da série, ‘Capitão Sinbad’ (1963), ‘A nova viagem de Simbad’ (1973), ‘Simbad e o olho do tigre’ (1977) e a animação da DreamWorks ‘Sinbad: A lenda dos sete mares’ (2003).
Originalmente da Columbia Pictures e rodado inteiramente na Espanha, ‘Simbad e a princesa’ virou um clássico da Sessão da Tarde, reprisado na TV muitas vezes e até hoje cultuado pelo público. É uma aventura com fantasia ingênua, cheia de peripécias e para todos os públicos. Traz o aventureiro antes de se tornar príncipe de Bagdá, que segue numa jornada desafiadora para resgatar sua amada das garras de um maligno feiticeiro. A jovem foi enfeitiçada, encolhida do tamanho de um dedo. Até chegar ao palácio do bruxo numa ilha distante, Simbad enfrentará obstáculos, armadilhas e monstros, como ciclopes, pássaros de duas cabeças, um dragão acorrentado e até uma caveira com espada.
O ponto alto do filme são os efeitos especiais, estrondosos para a época, do mestre Ray Harryhausen (1920-2013) - antes do digital e da computação gráfica. Ele criou a técnica Dynamation, uma forma pioneira de stop-motion (Harryhausen e sua equipe moldavam as criaturas ‘de massinha’ e fotografavam quadro a quadro para dar o movimento). Criou monstros memoráveis, dos filmes ‘O monstro do mar’ (1953), ‘As viagens de Gulliver’ (1960), ‘Jasão e o velo de ouro’ (1963) e ‘Fúria de titãs’ (1981).
Quem dirige é austro-húngaro Nathan Juran (1907-2002), que começou a carreira como diretor de arte e dirigiu longas de vários gêneros, como o terror ‘O castelo do pavor’ (1952), o faroeste ‘A morte tem seu preço’ (1953) e aventuras com ficção científica como ‘A 20 milhões de léguas da Terra’ (1957) e ‘O ataque da mulher de 15 metros’ (1958).
O filme acaba de ser relançado em DVD numa ótima cópia pela Classicline – no ano passado a distribuidora relançou em DVD ‘A nova viagem de Simbad’ e ‘Simbad e o olho do tigre’, que também recomendo.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
"Simbad e a Princesa", de 1958, é um clássico cult do cinema de aventura e fantasia, abrilhantado pelos efeitos especiais estonteantes do mestre Ray Harryhausen. Pura Nostalgia!
Teve um grande impacto na época,aproveitou bem o momento de grandes blockbusters que estavam sendo lançados quase que simultaneamente,mas esse aqui é totalmente trágico.A aventura rende pouco e a direção de arte diverte por criar momentos bizarros.
>Assistido em 12 de Janeiro de 2023