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Os rivais combatentes do Vietnã, que haviam sido ressuscitados em um programa militar de supersoldados, voltam a se enfrentar.
Luc Deveraux se junta a outros soldados reativados para desarmar explosivos em Chernobyl que podem provocar uma nuvem radioativa. Para seu azar, um dos soldados reativados é um clone de seu antigo sargento, Andrew Scott.
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Uma continuação infinitamente melhor que a porcaria que foi o segundo filme, ignoraram completamente aquela tosqueira e fizeram um filme mais digno ao original apesar de não o superar.
Soldado Universal 3 é mais sombrio, sério e violento!
John Hyams entrega um verdadeiro espetáculo de pancadaria violenta, tiroteios, algumas explosões e uma trama bacana e interessante. A melhor cena do filme é o confronto entre Luc Deveraux e o clone do Andrew Scott vivido pelo Dolph Lundgren, que apesar de ser só um personagem coadjuvante de luxo que vai surgir já no terceiro ato do filme, rouba a cena com o imenso carisma do loirão maluco.
Achei a história bem melhor trabalhada que o filme antecessor que tem um casting de atores bem duvidoso. Esse filme dá uma imagem melhor para os Soldados Universais propriamente ditos: Luc, GR13 e o NGU. Na maior parte do filme rola mais a história paralela do que o Van Damme na tela, diga-se que, Van Damme já estava nos seus 50 anos, bem diferente da forma dos anos 90. Mas ainda assim proporciona boas lutas. É um filme com bastante sangue exposto, boas cenas de pancadaria nu e cru. Acho que a grande falha foi retratar melhor o que aconteceu desde a história maluca da AI e de Luc enfrentando o humano programado do filme anterior. Mas acho que ninguém gostou do filme anterior e isso dá para se relevar. Ainda assim continuo achando Soldado Universal 1992 o melhor filme da série, mas, esse não está longe de ser o segundo melhor. Tem uma história própria e traz de novo Van Damme e Dolph Lundgren (passagem breve mas honrosa, bem encaixada na história, trazendo uma surpresa), para uma boa cena. Bom vilão é aquele que faz você detestar ele mas ao mesmo admira sua proeza, e nesse filme, não tenho como deixar de dar os parabéns a Andrei Arlovski que foi muito bem.
Acho que quem é mais ligado sabe que Chernobil tem o prédio do reator totalmente lacrado, diferente do retratado onde o reator está instalado em um pavilhão aberto. Aliás como ninguem morreu de radiação?
Produção modesta mas competente que entrega boas cenas de ação com doses de violência e ritmo ágil.
Andrei Arlovski caladão foi melhor que Michael Jai White e Bill Goldberg no fraco capítulo 2 da série.
Pra completar, mesmo que numa luta rápida mas nem por isso ruim, temos a reedição do confronto entre Luc e Andrew.
05-09-2022 - Revisão
E pensar que nos dias atuais está realmente havendo uma guerra nos entornos de Chernobyl. E que a usina está "nas mãos" dos russos.
Paramount Channel 13/03/2022.
Um filme que não tem nada de memorável mas é uma sequência digna para a franquia. Apesar do fato de que tanto Dolph Lundgren quanto Van Damme já estarem muito acabados pra fazer um filme desse tipo e claramente abusam do uso de dublês pra dar alguma credibilidade às cenas de lutas que são violentas.
Mas mesmo assim é um filme movimentado bem melhor que o anterior, com ótimas sequências de ação e apresenta um bom pretexto pra reativar os velhos Soldados Universais. E ainda deixa um final em aberto para encaixar mais sequências, espremendo o bagaço da franquia até a última gota...