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Data de lançamento
16 Set. 2004Duração
Novas experiências ensinam uma jovem a diferença entre sexo e amor, fazendo-a balançar numa linha tênue entre a infância e a idade adulta. Heidi, uma garota de 16 anos, é pega beijando o namorado da mãe, assim que sua mãe volta para casa. Confusa e assustada, Heidi pega um ônibus de Canberra para Jindabyne, nas montanhas, onde encontra Joe, filho de camponeses abastados. Joe a leva para um motel, mas mal pode esperar para ir embora na manhã seguinte. A dona do motel dá a Heidi um lugar para ficar e arruma-lhe um trabalho. O carinho de Heidi por Joe cresce, apesar das suas poucas visitas e de sua frieza emocional. Bêbado e desesperado para falar com alguém, Joe vai até um vizinho gay, Richard. Heidi retorna aos bares locais, buscando carinho de esquiadores turistas bêbados. Em seu ponto mais baixo, Heidi e Joe finalmente começam a falar honestamente um ao outro.
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"And you don't have any problems, do you?
You're too scared
If you are close to someone, then
That's what you do
You tell him things and you know no matter what he still keeps loving you."
Meu Deus que filme doentio, uma garota de 16 anos que fica com o namorado da mãe, foge, só faz merda, é estuprada, Meu Deus. Não sei que porra tentaram passa ou acharam normal algo assim.
Tá aí um ótimo exemplo de porque não se deve diminuir a maioridade para 16 anos.
Drama melancólico sobre "juventudes perdidas" mas sem ser nas drogas, mas em outros tipos de problemas; no caso deste, falta de um amor paternal que resulta em uma jovem com aventuras sexuais buscando amor - mas sem saber.
Abbie Cornish está ótima como protagonista, diferente de Sam Worthington, que tem a emoção de uma TV desligada.
É um filme agradável de assistir muito pela trilha e pela sua delicadeza, mesmo com uma trama "desconfortável". Tem uma bela fotografia - clássica de filmes independentes.
No Prime Vídeo está como "Despertar Ardente", nome patético que dá a entender que o filme é outra coisa.....apesar que "Salto Mortal" também deixa bem a desejar.
Existem perdas definitivas e perdas ainda recuperáveis.
Existe a perda de nós mesmos.
Quem tem oportunidade de ganhar de volta, nem sempre aproveita a chance.
Tenta "mostrar" que todo mundo tem um drama, ao quase apresentar a história do namoradinho (que parecia muito mais interessante que a protagonista), mas no final não entregou nada mesmo.