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Larry Barnes está trilhando um caminho rápido para se tornar sócio em um escritório de advocacia de prestígio, e sua esposa, a sensual bruxa Erica (Julie Strain), fará de tudo para mantê-lo feliz. Mas Erica comete um erro fatal ao tentar matar o principal concorrente de Larry pela sociedade, Howard Reynolds. Com Howard agora incapacitado para o resto da vida pela magia negra de Erica, sua esposa Amelia (Linda Blair) planeja sua vingança.
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Thriller erótico que conversa com a atualidade
O triunfo alcançado por meios nefastos cobra um pedágio autodestrutivo
"O inferno não é um lugar, é um escritório de advocacia."
"Poder sem controle é apenas suicídio adiado."
"Quando você convida o diabo para dançar, não é você quem escolhe a música."
A obra jamais finge ser "alta arte". Wynorski abraça o absurdo, entregando entretenimento puro para seu nicho
Julie Strain domina a tela, transformando sua figura escultural em uma arma, uma genuína Valquíria do cinema trash → As outras menininhas umas delícias
Leva o clichê às últimas consequências, tornando a esposa o elemento ativo, predador e letal, enquanto o homem é uma figura passiva e patética
Ambição e Narcisismo. Dinâmicas de Poder. A Corrupção da Alma.
O roteiro frequentemente oscila de forma desajeitada entre o suspense atmosférico e a comédia involuntária, quebrando a imersão
Excetuando os protagonistas, o elenco de apoio entrega performances engessadas e amadoras, prejudicando o peso dramático das mortes
A busca por um fim intermediário (poder) como se fosse o fim último.
A bruxaria como vício oposto à virtude da Fé.
Feminista sendo feminista...
Tentação (Sorceress), de 1995, dirigido por Jim Wynorski, que já dirigiu um MONTE de coisa de tudo quanto é tipo, indo de Chopping Mall (aquele dos robôs explodindo cabeça de gente no shopping), um monte de filme erótico com alguma linhazinha de roteiro, até filme tosco de bicho gigante assassino, incluindo tubarões, lógico.
No elenco temos as magníficas Julie Strain (a eterna musa inspiradora das capas da Heavy Metal), Linda Blair (a eterna guriazinha possuída pelo demônio de O Exorcista) e Rochelle Swanson.
O filme tenta se vender com a seguinte sinopse:
"Erica, uma bruxa ciumenta usa seu poder para controlar seu marido Larry e seus colegas que trabalham em um grande escritório de advocacia."
Muito bem, mas e aí? E aí que o tal filme tem uma temática de bruxaria qualquer, e tudo nele é uma mera desculpa pra que a Julie Strain, que não paga imposto pra ficar pelada, fique! Ela é a bruxa malvada do filme, e depois da morte dela, ainda continua exercendo influência do além no marido e segue uma trama sem pé nem cabeça que envolve a Julie Strain pelada, Linda Blair cultuando o demônio (por que não né, Pazuzu nunca descolou dessa carcaça), um colar achado no lixo, Julie Strain pelada, a reforma de uma casa, acidente de carro, Julie Strain pelada, sauna e uma empregada.
É daqueles filmes típicos do cine privê, que fariam a alegria da piazada. Já disse que tem a Julie Strain né?!
Fitinha B que mistura Terror e Softcore ,só vale pela cena de "threesome" lésbico acima da média entre filmes do gênero.
como faço pra ver?????????????
Pra quem assistia a TV aberta na década de 90 e não se lembra direito dos filmes, esse aqui passou em 1997 na Band no Cine Trash. Quem acompanhava deve lembrar que o Cine Trash em 97 era às segundas-feiras à noite. Um filme estranho que mistura elementos do terror com erotismo, mostrando bruxaria e mulheres gostosas peladas. Só serve mesmo pra isso: ver beldades como Julie Strain, Kristina Ducati e Rochelle Swanson mostrando seus "talentos", haha.