Al Simmons, o mais profissional agente de uma organização americana, é traído e morto por Jason Wynn, seu maquiavélico chefe, e Jessica Priest, uma ambiciosa agente. Após cinco anos Al faz um pacto com Malebolgia, um dos demônios que comandam o inferno, para voltar à Terra para ver Wanda, sua esposa, que agora está casada com Terry Fitzgerald, um antigo colega de Al. Em troca Al irá liderar como Spawn os exércitos encarregados da destruição da raça humana. Na Terra Al é ajudado pelo Palhaço, um ser demoníaco que tem a missão de auxiliar Al em sua nova realidade e estimulá-lo a destruir Wynn e comandar os exércitos do inferno. Entretanto, paralelamente Palhaço fez também um acordo com Wynn, que sonha comandar a Terra e tem em seu poder o "Heat-16", o mais mortal vírus já criado, que se utilizado dará início ao apocalipse, permitindo então que o Inferno ataque o Paraíso. Assim Spawn tem de decidir logo entre o Bem e o Mal em sua nova jornada na Terra.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 1998:
Já conhecia bem o personagem, mas sem a expectativa de outros super-heróis... o filme é muito ruim e capenga nos efeitos visuais - só vale mesmo prlo John Leguizamo.
Avaliação em nota: 2.9
Na época em que assisti pela primeira vez, foi um filme eletrizante, daqueles que fazem você grudar na cadeira e esquecer até da pipoca. Mas, revendo depois de décadas, ficou claríssimo que o problema não estava na tal “tecnologia das imagens”, essa até deu conta do recado, e sim na história, que poderia ter sido muito mais elaborada. No fim das contas, parecia que o roteiro foi escrito às pressas, talvez durante a fila do café, e que sobrou mais efeito especial do que enredo para segurar a trama.
mistura descarada origem de morte de robocop com pacto de motoqueiro fantasma e roupagem de Venon. Um colcha de retalhos que prefiro lembrar na época em que era criança, e esquecer a segunda revisitada.
Pra época era bacana, mas o efeitos especiais envelheceram mal. Mesmo assim curto o filme.
Spawn é aquele filme que tinha tudo pra ser foda… em teoria.
Apesar dos problemas técnicos e narrativos, o filme captura bem o clima sombrio dos quadrinhos.
Visual dos anos 90 gritando, CGI que envelheceu mal e um vilão que parece saído de um jogo de Play 1.
A adaptação é imperfeita, mas ambiciosa para a época. Faltou refinamento no roteiro e efeitos melhores, mas como peça cult, tem seu valor.
Ainda assim, tem estilo, tem atitude e tem uma vibe dark que salva muita coisa.