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Data de lançamento
21 Maio 2002Duração
Spider é um sujeito estranho e solitário. Após um longo período de internação em um hospital psiquiátrico, ele regressa às ruas do East End de Londres, lugar onde cresceu. As imagens, os sons e os odores dessas ruas começam a despertar lembranças de sua infância que há muito haviam sido esquecidas. No coração das memórias de Spider encontra-se o grande trauma da perda de sua mãe. Ele acredita que seu pai, o encanador Bill Cleg, matou a esposa para que uma prostituta tomasse seu lugar e fosse morar em sua casa.
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O ritmo do filme é bem lento, mas Ralph Fiennes manda muito na atuação pra deixar a gente no mínimo curioso com o desenrolar, quem conhece David Cronenberg já espera um plot twist, pena que eu matei ele antes de ser revelado, mas não tira os méritos do suspense da obra.
Li o livro, também é confuso/estranho mas, é melhor que o filme.
Gosto muito do Cronenberg, só que para mim essa estória pedia outro diretor, Tim Burton ou o Terry Gilliam daria um tom gótico e/ou surreal que ficaria mais interessante.
Coloquei na velocidade 1.50x do youtube pois já começou lento.
E de fato é bem lento, enfadonho e chato!
A única coisa que meio se salva é a atuação do ator protagonista.
Tem pontas soltas e um desfecho que deixa brechas a dúvidas e ou interpretações. Total perda de tempo!
O cérebro continua sendo um dos maiores mistérios da ciência, Cronenberg nos conduz e nos faz enxergar a história, através da percepção mental e emocional de "Spider" tanto na fase criança quanto na adulta e apesar de simples, é complexo e enxuto, ou seja ele não "floreia" em cima do assunto, o roteiro segue uma linha que em alguns momentos podem até confundir mas talvez seja a intenção, de nos fazermos ver através da mente do nosso protagonista, genial.
Miranda Richardson arrasa sempre, aqui em três papéis distintos, ótima!
Ralph Finnes sempre Competente também!
Mas quem deu um show foi o garoto, q interpretou Spider 'Bradley Hall' na sua infância.
Achei que este filme "conversou" com "O Operário", pelo clima sombrio e de como nossa mente pode nos manipular.
Muito bom!!
Um dos filmes menos populares do diretor, é um filme interessante com boa fotografia e ótimas atuações de Fiennes e Richardson, mas achei a atuação de Byrne bem abaixo do seu padrão. Entretanto é um filme lento e as vezes repetitivo e cansativo, por mais que seja um filme do Cronenberg com suas loucuras habituais ele têm filmes bem melhores no curriculum.