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Data de lançamento
19 Jan. 2001Duração
Thorny (Jay Chandrasekhar), Rabbit (Erik Stolhanske), Mac (Steve Lemme) e Foster (Paul Soter) são patrulheiros do estado de Vermont. Instalados na região rural da fronteira com o Canadá, eles passam a maior parte do tempo se divertindo com corredores e fazendo pegas na estrada com carros apreendidos. Quando não estão na estrada tentam seguir os passos de mentor, Capitão O'Hagan (Brian Cox), e evitar o oficial Rod Farva (Kevin Heffernan). Eles acham seu trabalho agradavelmente sem desafios. No entanto, quando o estado resolve fazer um corte no orçamento de sua pequena base, eles resolvem se esforçar para impressionar seus superiores. As coisas vão mal quando inesperadamente os patrulheiros estaduais descobrem uma operação de tráfico de drogas acontecendo na fronteira do Canadá. Sentindo a salvação, os patrulheiros correm contra o relógio para salvar seus empregos.
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Assisti pela primeira vez na Band há muitos anos atrás, no fim da adolescência ou no começo da vida adulta.
É o filme que deu fama ao Broken Lizard, fez sucesso de crítica e bilheteria, considerando tanto pelo público quanto a crítica o melhor trabalho deles, — algo com que não concordo, mas é inquestionável sua importância para a carreira deles.
Confesso que só me lembrava da cena icônica do urso, que é o melhor momento do filme. Tem muita piada boa aqui, a abertura com o trio de maconheiros e a perseguição policial, a bola de beisebol acertando o rosto de Ursula (Marisa Coughlan), o pedido de descrição da placa da viatura pelo rádio, e o casal de alemães tarados, o desfecho da trama é ótimo com a quebra de expectativa.
A galera no auge tem muita química juntos, destaque também para a beleza da Marisa Coughlan quando jovem. Um bom e divertido filme de comédia.
Ranking:
6.7/100=(Super Tiras 1) Super Tiras (2001)
4.0/100=(Super Tiras 2) Super Tiras 2 (2018)
Uma das piores "comédias" que já assisti. Coloco entre aspas porque é difícil considerar que isso aqui seja humor. A premissa de policiais rodoviários folgados e entediados em uma cidadezinha tinha muito potencial, mas a execução é simplesmente terrível. Forçado, pastelão, sem graça ao extremo. Não consegui dar uma única risada. Um esforço tremendo do roteiro para ser genuinamente ruim.
É aquele filme apenas para entreter, não tem piadas inteligentes, muito humor físico, que nem sempre eu gosto, mas tem bons momentos, uma trama interessante com rivalidade entre dois tipos de polícia — de um lado os Super Troopers da Vermont Highway Patrol, um grupo de patrulheiros rodoviários completamente relaxados, interpretados por Thorny (Jay Chandrasekhar), Foster (Paul Soter), Mac (Steve Lemme), Rabbit (Erik Stolhanske) e Farva (Kevin Heffernan); do outro lado, os policiais locais da Vermont Police, bem mais tradicionais e sisudos, liderados pelo Capitão O’Hagan (Brian Cox), um dos atores mais veteranos e conhecidos do elenco, e pelo Chefe Grady (Daniel von Bargen), também outro veterano e reconhecido. Essa rivalidade entre dois tipos distintos de autoridade gera boa parte do humor, especialmente porque cada grupo tenta provar que é mais competente, mesmo quando ambos cometem erros absurdos e totalmente idiotas.
Eu não conhecia a grande maioria do elenco, acho que todos foram competentes e tiveram seus momentos, e isso funciona justamente porque o filme abraça essa vibe de comédia de grupo, onde cada personagem tem uma personalidade exagerada, sempre pronta para criar mais caos. Não entendo a nota tão baixa, porque é aquele típico filme para não se importar muito com roteiro, algumas coisas sem sentido e idiotas, às vezes até infantis, porém serve o seu propósito. Ele não tenta ser nada além do que é: uma comédia escrachada, feita para rir do absurdo, para acompanhar uma história que só existe para justificar as situações mais bizarras que esses policiais inventam.
Há também algo muito cativante no carisma dos personagens, porque a química entre eles funciona de um jeito tão natural que talvez seja o maior trunfo do filme. Mesmo nas piadas mais idiotas, existe uma empatia genuína entre o grupo, uma sensação de camaradagem que faz a gente se envolver com aquelas figuras absurdas. Eles podem ser desajustados, exagerados e imaturos, mas juntos formam um núcleo tão divertido que sustenta boa parte da graça da história.
Jay Chandrasekhar tá literalmente a cara do Marcius Melhem
E o final ainda entrega um plot twist simples, mas bem divertido:
depois de toda aquela cena anterior em que fica decidido que iriam fechar o seu batalhao, o filme avança três meses e revela que a situação mudou completamente. A sequência da festa dos adolescentes é o ápice dessa virada, quando eles aparecem para acabar com a farra, e é aí que descobrimos que, apesar de tudo, eles viraram policias de verdade, agora integrando a força local. Essa brincadeira final amarra bem o tom caótico e leve do filme, mostrando que, no fim das contas, aqueles caras finalmente encontraram um lugar dentro da própria bagunça que sempre criaram.
Longe de ser um grande filme, mas vale o passatempo. A simplicidade da produção combina com o clima de “zoeira entre amigos”, e isso cria uma energia divertida, principalmente nas interações do grupo principal.
No fim das contas, Super Troopers (Super Tiras, 2001) é exatamente aquilo que se propõe: uma comédia leve, boba, exagerada, com um elenco comprometido e uma rivalidade policial que rende seus melhores momentos. Não reinventa nada, mas cumpre sua função de entreter sem exigir nada do espectador.
Assistido em 04/12/2025
Como ainda tem gente que deu nota alta em in filme tão ruim e sem graça como esse.
Sabia que seria uma comédia ruim, mas não que seria insuportavelmente ruim, começou bem, com 3 maconheiros abobados na estrada, mas dura bons 7 minutos e todo o resto se esvai em bobagens e piadas infinitamente sem graça, e fico pasma em saber que teve uma sequência, Super Tiras 2 em 2018, coragem… É desagradável em tantos aspectos, quase não venci… Não melhora, só piora, chatinho e bobinho...