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Sinopse
Jovem interiorana, recém-chegada à cidade grande, apaixona-se por jogador de futebol sem saber que ele é dono da empresa onde trabalha. O filme tem a participação especial de Leônidas da Silva, o "Diamante Negro", à época estrela do São Paulo F.C
É uma comédia romântica bem da comunzinha, mas não chega a irritar se a gente coloca na cabeça que faz um retrato da época, daqueles valores antigos e tal (ruim é quando vemos comédias românticas hollywoodianas atuais com as mesmas baboseiras encontradas aqui). E tem toda uma importância histórica, também. Parece que foi um dos maiores sucessos dessa produtora, a Maristela. E a atriz principal era badaladinha na época - aprendi com o Rubens Ewald Filho hoje na tv, já que não conhecia nem a produtora nem os atores rsrs.
Comédia de sucesso da Maristela ( rival da Vera Cruz). Filmado em 1951.
Não passa de um passatempo tolerável. O enredo da mocinha bobinha que se apaixona pelo galã que não tem sua verdadeira identidade revelada a maior parte do filme é muito batida. A curta metragem desse filme faz tudo correr e a história passar quase que batida. O casal central ( Vera Nunes e Orlando Villar) estão bem. A fotografia é boa e a direção do italiano Rugerro Jacobbi é de bom tom. Porém a edição chega a errar feio. Destaque para a canção na sala das máquinas de escrever que é possivelmente a melhor parte da fita.
Comédia 'água com açúcar'.
Legal a cena com o eterno Leônidas da Silva.
É uma comédia romântica bem da comunzinha, mas não chega a irritar se a gente coloca na cabeça que faz um retrato da época, daqueles valores antigos e tal (ruim é quando vemos comédias românticas hollywoodianas atuais com as mesmas baboseiras encontradas aqui). E tem toda uma importância histórica, também. Parece que foi um dos maiores sucessos dessa produtora, a Maristela. E a atriz principal era badaladinha na época - aprendi com o Rubens Ewald Filho hoje na tv, já que não conhecia nem a produtora nem os atores rsrs.
Comédia de sucesso da Maristela ( rival da Vera Cruz). Filmado em 1951.
Não passa de um passatempo tolerável. O enredo da mocinha bobinha que se apaixona pelo galã que não tem sua verdadeira identidade revelada a maior parte do filme é muito batida. A curta metragem desse filme faz tudo correr e a história passar quase que batida. O casal central ( Vera Nunes e Orlando Villar) estão bem. A fotografia é boa e a direção do italiano Rugerro Jacobbi é de bom tom. Porém a edição chega a errar feio.
Destaque para a canção na sala das máquinas de escrever que é possivelmente a melhor parte da fita.