Compartilhe "Tainá 2: A Aventura Continua" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Agora uma pré-adolescente, a indiazinha Tainá (Eunice Baía) se divide entre o enfrentamento dos bandidos e a atenção para com a pequenina Catiti, de 6 anos, que foge da aldeia querendo imitar Tainá como protetora do meio ambiente.
É um pouco melhor do que o primeiro filme, mais interessante na primeira parte, mas ainda tem um roteiro fraquinho e se perde um pouco na segunda metade.
Gostei muito da primeira obra, esta tem menos silêncio no filme que era algo bacana no primeiro filme para escutar a natureza e focar nos animais e cenas na Amazônia. A interação que tinha com as crianças pequenas era mais legal, já nesse filme a atora mirim Eunice (Taina) ficou maior e adicionaram uma menininha que não dá muito complemento na história, e achei chato em determinados momentos. A grande estrela e o Leandro Hassum, que faz uns teatros e uma atuação sempre bem engraçada, o ator Vítor Morosini se saiu bem atuação bem despojada, já a Eunice Baía gostei mais do primeiro filme. Já o Kadu Moliterno, famoso ator de novelas, ficou muito apagado, com um papel muito restrito, que poderia ter participado mais do filme, contra os vilões, ou seja, se inserido mais no enredo da história. E um filme bem curto, parece que de orçamento bastante restrito, não senti grandes inovações em relação ao primeiro filme de 2000.
12.01.2005
É um pouco melhor do que o primeiro filme, mais interessante na primeira parte, mas ainda tem um roteiro fraquinho e se perde um pouco na segunda metade.
O primeiro ainda é melhor
Bem inferior ao primeiro, essa nova aventura é bem qualquer coisa.
Gostei muito da primeira obra, esta tem menos silêncio no filme que era algo bacana no primeiro filme para escutar a natureza e focar nos animais e cenas na Amazônia. A interação que tinha com as crianças pequenas era mais legal, já nesse filme a atora mirim Eunice (Taina) ficou maior e adicionaram uma menininha que não dá muito complemento na história, e achei chato em determinados momentos. A grande estrela e o Leandro Hassum, que faz uns teatros e uma atuação sempre bem engraçada, o ator Vítor Morosini se saiu bem atuação bem despojada, já a Eunice Baía gostei mais do primeiro filme. Já o Kadu Moliterno, famoso ator de novelas, ficou muito apagado, com um papel muito restrito, que poderia ter participado mais do filme, contra os vilões, ou seja, se inserido mais no enredo da história. E um filme bem curto, parece que de orçamento bastante restrito, não senti grandes inovações em relação ao primeiro filme de 2000.