Três pessoas que se dirigem para um jogo têm um problema no carro e fazem uma parada num antigo posto de gasolina. Mas lá, eles acabam mantidos como reféns por um psicótico sedento de sangue e sua namorada louca.
Este filme extremamente tenso é o pai de Assassinos Por Natureza e Kalifornia, entre outros. Na produção toda só um nome conhecido: o hoje consagrado diretor de fotografia Vilmos Zsigmond, que já demonstrava talento aqui. Mas é um filme bem conduzido, apesar dos diálogos desajeitados e elenco , com tensão crescente auxiliada por uma boa trilha sonora e um vilão que causa ódio no espectador - digamos que a canastrice de Arch Hall Jr. foi bem utilizada e até inspirou futuros psicopatas do cinema. Tara Diabólica merece ser mais conhecido.
Cinema exploitation de muito boa qualidade em se tratando de ambientação, roteiro e, especialmente, fotografia tratada por ninguém menos que Vilmos Zsigmond que já cuidou da fotografia de vários filmes do cinema e trabalhou com grandes cineastas. O elenco é desconhecido, possuindo atuações abaixo da média. O vilão psicopata está extremamente caritaco em seu desempenho. Mas, considerando que o filme se enquadra no cinema exploitation e apela pelo exagero, tá tudo certo! A direção consegue ser inventiva por ter apenas um fiapo de roteiro e passar quase num cenário único. Fiquei desconfortável a maior parte do tempo pelas situações e com raiva dos personagens que estavam sendo vítimas do psicopata, pois, poderiam reagir de outra forma, porém, este tipo de filme nos deixa sempre incômodos. Tara Diabólica faz parte do cinema sessentista feito com baixo orçamento, muita garra, inventividade, elenco quase amador e atuações canhestras. Mesmo com esses embrólios o cinema de antigamente mostrava vigor em contar uma história. Saudades deste tipo de cinema. Boníssimo título esquecido.
Esse foi uma boa surpresa, já que assisti sem esperar muita coisa. Vale pelo vilão, alguns momentos tensos e por alguns lances inesperados. Vale ser conhecido!
Este filme extremamente tenso é o pai de Assassinos Por Natureza e Kalifornia, entre outros. Na produção toda só um nome conhecido: o hoje consagrado diretor de fotografia Vilmos Zsigmond, que já demonstrava talento aqui. Mas é um filme bem conduzido, apesar dos diálogos desajeitados e elenco , com tensão crescente auxiliada por uma boa trilha sonora e um vilão que causa ódio no espectador - digamos que a canastrice de Arch Hall Jr. foi bem utilizada e até inspirou futuros psicopatas do cinema. Tara Diabólica merece ser mais conhecido.
Esqueçam tudo que vocês tem como pioneirismo de slasher e serial killers... Esse aqui é a fonte original!
Rapaz, tô impressionado!
Acredito que esse filme tenha sido uma das inspirações para O Massacre da Serra Elétrica, é bastante semelhante em diversas partes
Cinema exploitation de muito boa qualidade em se tratando de ambientação, roteiro e, especialmente, fotografia tratada por ninguém menos que Vilmos Zsigmond que já cuidou da fotografia de vários filmes do cinema e trabalhou com grandes cineastas.
O elenco é desconhecido, possuindo atuações abaixo da média. O vilão psicopata está extremamente caritaco em seu desempenho. Mas, considerando que o filme se enquadra no cinema exploitation e apela pelo exagero, tá tudo certo!
A direção consegue ser inventiva por ter apenas um fiapo de roteiro e passar quase num cenário único.
Fiquei desconfortável a maior parte do tempo pelas situações e com raiva dos personagens que estavam sendo vítimas do psicopata, pois, poderiam reagir de outra forma, porém, este tipo de filme nos deixa sempre incômodos.
Tara Diabólica faz parte do cinema sessentista feito com baixo orçamento, muita garra, inventividade, elenco quase amador e atuações canhestras.
Mesmo com esses embrólios o cinema de antigamente mostrava vigor em contar uma história.
Saudades deste tipo de cinema. Boníssimo título esquecido.
Esse foi uma boa surpresa, já que assisti sem esperar muita coisa. Vale pelo vilão, alguns momentos tensos e por alguns lances inesperados. Vale ser conhecido!