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Data de lançamento
23 Out. 2023Duração
Conhecido por seu estilo único e sem diálogos, o diretor de “De Quem é o Sutiã?”, Veit Helmer, retrata de maneira fantástica a história de amor entre duas mulheres que trabalham em um teleférico que atravessa as belas montanhas da Geórgia.
O filme teve estreia mundial no Festival Internacional de Tóquio 2023.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Teleférico do Amor (Gondola. Alemanha/Geórgia, 2023)
Direção:Veit Helmer
Com: Mathilde Irrmann, Zuka Papuashvili, Nino Soselia.
Duas operadoras de um teleférico se apaixonam ao passarem uma pela outra em suas gôndolas.
Conhecido por seu estilo único e sem diálogos, o diretor de “De Quem é o Sutiã?”, Veit Helmer, retrata de maneira fantástica essa história de amor nas belas montanhas da Geórgia.
Romântico, engraçado e representando a comunidade LGBT+, "Teleférico do Amor " é uma fofura de filme.
Está em cartaz nos cinemas mas já está também disponível no Belas Artes À La Carte.
Com uma carreira de 35 anos no cinema, onde realizou 16 curtas e oito longas-metragens, o diretor alemão Veit Helmer, do bem humorado ‘De quem é o sutiã’ (2018), lança uma nova comédia espirituosa, que tem um estilo próprio. ‘Teleférico do amor’ (2023) chega aos cinemas brasileiros, com distribuição da Pandora Filmes, uma fita sem diálogos, contendo uma trilhazinha leve de fundo e uma história literalmente de idas e vindas, de duas mulheres que trabalham como operadoras de teleférico e se encontram, de longe, a cada meia hora, enquanto uma cabine sobe e a outra desce. Os veículos pegam passageiros de um vilarejo no alto da montanha e os leva para uma cidadezinha no vale, e vice-versa, e enquanto os equipamentos fazem a viagem, elas trocam olhares, fazem caretas e brincadeiras. Algo ali nasce entre as duas, até que se encontram rapidamente na troca de turno. Amizade? Romance? Entre elas surge algo que extrapola os limites do trabalho. Helmer é um diretor que realiza filmes com enquadramentos estilosos e sabe usar bem a cor no cinema. Mais uma vez faz um bom filme experimental, com cortes repletos de criatividade e pitadas de excentricidade, com uma fotografia primorosa, da georgiana Goga Devdariani, cheio de paletas de cores e um registro preciso de paisagens deslumbrantes. Um filme amoroso, feminino e com graça, produção rodada no verão da Alemanha e nas montanhas da Georgia, numa região próxima ao Azerbaijão.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot
Filme incrível, fotografia linda, roteiro imprevisível.
Realmente dispensa diálogos.
Assisti no Cine Belas Artes.
01/08/2024 - Assisti no Festival de Filmes Incríveis do Cine Belas Artes (R$ 5,00)
A única palavra que ouvi no filme todo foi "ok".