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A história de Rose, agricultora sem-terra que, com outras 1.500 famílias, participou da primeira grande ocupação de uma terra improdutiva, a fazenda Annoni, no Rio Grande do Sul. O filme aborda a sensível questão da reforma agrária no Brasil, no período de transição pós-regime militar, retratando o início de um polêmico e importante movimento social, o MST. Rose deu à luz o primeiro bebê que nasceu no acampamento e foi morta em estranho acidente. O filme teve uma continuação, ''O Sonho de Rose - 10 Anos Depois''.
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2025 e nada de Reforma Agrária...
Filme 012/2025
Visto em 16/01/2025
Um ótimo filme e que mostra bem a realidade desse povo que luta por um pedaço de chão.
É vergonhoso ver que as autoridades do Brasil (políticos e polícia), as quais deveriam atender a população, simplesmente, ignoram e só atendem aos próprios interesses.
Pior é ver os argumentos de um proprietário de terra considerada improdutiva. Alíás, sem nenhum argumento, só desculpas pífias.
Visto no Cine Antiqua, em 26/12/23.
Me destruiu! :(
A reforma agrária é mais que urgente para o Brasil. Infelizmente temos que nunca ocorrerá.
Documentário emocionante e valioso. Durante grande parte do filme fui tomada por certas angústias e desesperos ao ver de forma tão sensível o descomprometimento histórico do governo brasileiro para com essa luta tão fundamental e cara ao país, que ainda hoje é alvo de confrontos e violência. No entanto, não pude deixar de me desmanchar com a beleza do comunitarismo do acampamento, principalmente no que tange a participação das crianças na luta enquanto sujeitos. As cenas e depoimentos dos ocupantes são vibrantes; me fizeram sentir uma instiga e vitalidade politico-existencial que há meses não sentia. Fico grata por isso e recomendo muitíssimo!
Doc sobre reforma agrária, direito a terra e ocupações. As cenas em que os assentados cozinham, promovem atividades com as crianças e trabalham na terra me deram saudade de acampar com o MST. É um doc muito completo, mostra a rotina, o exodo rural, as histórias individuais, a história coletiva do grupo, desenvolve os entraves administrativos e da nome a personagens políticos. O final é triste, mas mais triste ainda é ver que 40 anos depois, nada mudou e os assentados continuam tendo que lutar pelo direito a terra.
Os personagens também me lembraram meus avós, que também foram vitimados pela urbanização da vida.