Uma jovem mulher (Beverly Garland) é abandonada pelo marido (Richard Crane) no dia do casamento. Perturbada, ela o procura na sua antiga casa na paróquia da Louisiana, onde em meio aos pântanos e vegetação rasteira mortal, ela descobre um terrível segredo.
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O filme é bom, com uma ambientação sinistra e um pântano visualmente muito bonito. No entanto, a fantasia de crocodilo no final poderia ser melhor: se fosse mais justa ao corpo, teria ficado mais convincente. A cabeça está bem feita, mas o torso parece completamente desajustado, com dobras visíveis. Obviamente, para a época, seria muito difícil alcançar perfeição, mas, entre essa fantasia e uma feita por computador, totalmente artificial, prefiro essa.
É aquela velha máxima de não levar o filme tão a sério e apenas aproveitar a experiência. A duração curta também é uma vantagem. Há vários erros, como a mão de Manon com o gancho ser maior que a outra, entre outros.
Na minha opinião, o elenco é apenas competente, sem ninguém que realmente se destaque.
O filme conta com a ilustre presença de Lon Chaney Jr.
Assistido em 22/04/2025
Tirando a fantasia de jacaré do final do filme , eu achei o enredo interessante e os diálogos muito bons . Recomendo .
"O Jacaré Humano" (que também possui outro título em português, "O Homem Crocodilo") tem uma trama misteriosa e que consegue prender a atenção.
A mocinha Beverly Garland é uma boa protagonista e a maquiagem é bem feita, com a pele do personagem parecendo escamosa, tendo a aparência de um réptil.
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A sequencia final é que pode decepcionar, ou divertir mais ainda (rs), depende de cada um. Quando Paul levantou daquela mesa e estava com aquela cabeça de jacaré, achei até curioso, mas quando ele saiu da sala andando rápido e deu de cara com a esposa e a mãe, ambas se assustando e gritando, vemos melhor sua cabeça e isso provoca umas boas risadas. Mas também não chega a estragar todo o clima. Então depois ele foge, luta com crocodilos e morre na areia movediça.
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Achei Fraco.
Bem legalzinho. Amo esses oldies de baixo orçamento, mas com muito charme e atmosfera. Filmes assim não existem mais.
Acredito que um clássico B dos anos 70 tenha se inspirado muito nesse, "O Homem Cobra", aquele que passou umas 10 vezes na Sessão das Dez do Sbt.
Sobre este aqui me chamou a atenção a falta de cuidado com pequenas coisas.
O personagem de Lon Chaney, o pinguço Manon, teve uma mão devorada por um crocodilo e passou a usar um gancho no lugar. Foi colocada apenas uma espécie de luva com um gancho sobre a mão real do ator. Mas ficou estranho. Um braço mais comprido do que o outro. Anatomia humana, esqueçam. kkkk.
Logo depois, um personagem
que está se transformando em jacaré humano
Amo muito tudo isso.