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Data de lançamento
3 Dez. 2005Duração
Paul Barnell (Robin Williams) é um agente de viagens que trabalha no Alasca. Ele passa por sérios problemas financeiros, mas tem um plano para sair de suas dificuldades: sacar a apólice do seguro de vida de seu irmão desaparecido há cinco anos. Com o dinheiro, Paul poderia pagar todas as suas dívidas e ainda prover auxílio médico à sua esposa, que sofre da síndrome de Tourette. A seguradora, porém, recusa o pagamento declarando que não há certeza sobre a morte do seu irmão. Pouco depois, Paul encontra um cadáver atrás de sua loja. Ele pretende usar o corpo num plano macabro para conseguir o dinheiro do seguro.
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Uma comédia com personagens e situações absurdas, além de muita neve. Até parece Fargo, dos irmãos Coen, mas não é, apesar de muitas coincidências. O filme é legal, se gostar desse estilo de cinema. 07/09/2026
Fiasco Maçante!!
Tudo errado nesse filme. Elenco muito jovem com o único veterano Robins Williams tentando entregar algo. Uma jovem atriz pra fazer a parceira cômica que não funciona. Um enredo e roteiro muito insosso. Além da demora da droga acabar por ser demais arrastado.
Acho que deveria ser uma comédia de humor negro. Seja lá qual foi a proposta, falhou. Desperdiçaram Robin WIlliams, Alison Lohman, Giovani Ribisi, Tim Blake Nelson, Holly Hunter e Woody Harrelson. Duas estrelas pelo elenco e pela neve.
Uma palavra para definir esse filme: decepção.
Ideias e elenco desperdiçados, uma pena.
THE BIG WHITE
Direção: Mark Mylod
Ano: 2005
Assistido em: 27/05/2023
Cinema não é matemática, não é matéria exata, existem produções que tem tudo pra dar errado, com tudo conspirando contra, e mesmo assim se tornaram clássicos, basta ver um pouquinho das histórias de bastidores de “The Godfather” (1972), Star Wars (1977) e Titanic (1997) e por aí vai. Por outro lado tem aquelas que têm tudo pra dar certo, mas alguma coisa acontece pelo caminho, e dá tudo errado, muitas vezes é até difícil apontar o que aconteceu, mas a vida é assim, “The Big White” tinha tudo pra ser uma excelente comédia mas não foi isso que ocorreu.
Paul Barnell está passando por sérias dificuldades financeiras, ele precisa de dinheiro para sanar suas dívidas e oferecer uma qualidade de vida melhor a sua esposa que sofre de síndrome de Tourette. Ele tem como última esperança receber o valor da apólice do seguro de vida de seu irmão desaparecido há cinco anos, entretanto a seguradora não quer liberar a grana pois não existem provas de que o homem está morto. Quando Paul descobre um cadáver atrás de sua loja, ele decide usar o defunto para se passar pelo seu irmão e assim receber a apólice, entretanto o que ele não poderia imaginar é que seu plano “tecnicamente perfeito” daria muito errado.
Uma comédia com uma ideia que parece ter saído diretamente dos anos 80, protagonizada pelo eterno Robin Williams, e trazendo no elenco de apoio nomes talentosíssimos como Holly Hunter, Woody Harrelson e Giovanni Ribisi, o que poderia dar errado afinal de contas?! Bem, para mim o grande problema está na completa inabilidade que o diretor Mark Mylod teve de desenvolver essa história, a premissa é tão simples, poderia render uma história hilariante nas mãos de alguém que soubesse como interpretá-la, mas aqui não foi o caso, o filme é insosso, sem graça, fazendo até uma piadinha infame: é tão frio quanto o Alaska na qual a história se passa. Não diverte, é desinteressante, e passados os primeiros 20 minutos não consegue mais prender a atenção nem o interesse do espectador.
Robin Williams era um gênio da comédia, o que esse homem já me fez rir não tá escrito, ele tem incontáveis obras icônicas em sua filmografia, seu legado é imenso, mas isso aqui não tá nem perto de ser algo digno da fama de Williams, um completo desperdício que só serviu para atrapalhar a vida do ator, já que dando uma pesquisada nos bastidores descobri que Williams voltou a beber depois de 20 anos de sobriedade, durante as gravações desse filme, portanto além de ser ruim, ele foi terrivelmente prejudicial à vida do seu ator protagonista.
Assisti um filme recente do Mark Mylod o extremamente interessante “The Menu” (2022), e fico feliz que ele tenha conseguido aprimorar suas técnicas de direção, e apresentou um filme mais empolgante, porque honestamente isso aqui é uma nota de rodapé daquelas que ninguém deve gostar de mencionar, um filme curto de quem não chega nem a duas horas, mas que parecia interminável, completamente enfadonho, irritante, monótono, chato… enfim, sem praticamente nenhuma qualidade a exceção do talento dos atores envolvidos que tentam em vão dar uma dignidade a isso aqui, não recomendo nem a meus piores inimigos, aliás recomendo sim, porque quem eu não gosto, eu quero mais que se lasque, e assistir é isso aqui é castigo suficiente.