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Em 2004, Hope Ann Gregory virou uma heroína americana depois de ganhar uma medalha de bronze para o time de ginástica feminino. Hoje em dia, ela ainda vive na sua pequena cidade natal, esquecida e amargurada. Presa ao passado, Hope deve reavaliar sua vida quando uma jovem ginasta promissora ameaça seu status de celebridade local.
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Belo filme. A construção e a "destruição" dos personagens bem amarradinho, sem apelação, sem fugir da proposta inicial. Estão de parabéns. O filme tem suas piadocas que na maioria funcionam, tem seu drama correndo por trás e fecha uma história cheia de mensagens positivas e negativas. E Melissa Rauch fazendo um papel bem diferente do que conhecemos, mostra seu talento. Super indico.
THE BRONZE
Direção: Bryan Buckley
Ano: 2015
Assistido em: 08/09/2024
Tem filmes que ao lermos a sinopse, não damos absolutamente nada por eles, imediatamente pensamos que é mais uma produção bobinha dentre as muitas que o cinema entrega ano após ano, mas quando decidimos dar uma oportunidade e resolvemos assistir, eles nos surpreendem. The Bronze chamou minha atenção devido ao elenco que tem atores de quem gosto bastante como Melissa Rauch e Sebastian Stan, mas eu jurava que seria mais um filminho qualquer nota, daqueles que você assiste e esquece, mas não foi isso o que aconteceu, e eu acabei gostando da história mais do que esperava.
Em 2004, Hope Ann Greggory, uma ginasta americana, conquistou a medalha de bronze. Anos depois, ela ainda vive na fama desse feito em sua pequena cidade, mas está amargurada e presa ao passado. Quando uma nova ginasta com grande potencial surge, ameaçando sua fama local, Hope precisa lidar com a inveja, amadurecer e encontrar um novo propósito.
Quando Hope ganhou sua medalha, ela se tornou a grande celebridade na cidadezinha interiorana na qual vive, isso fez muito mal para sua personalidade, a nossa protagonista é vaidosa, arrogante, mimada, se acha o centro das atenções e acredita que todos ao seu redor a devem alguma coisa. Entretanto essa é uma jornada de descoberta, quando vemos Hope, mesmo que a contragosto, saindo do comodismo e aceitando ser a treinadora de uma nova promessa (mesmo com seu orgulho dizendo que ela não deveria fazer isso), vemos que nunca é tarde para desbravar novos horizontes.
Conheci a Melissa Rauch como a inesquecível Bernadette de The Big Bang Theory (2007-2019) e é impossível não lembrar da esposa do Howard em muitos momentos, principalmente quando ela afina o timbre de sua voz, mas aqui ela interpreta uma personagem, ácida, ríspida, que não é nem um pouco agradável com aqueles ao seu redor. Sebastian Stan por sua vez é um vigarista charmoso e bastante carismático, que utiliza da beleza para conseguir o que quer.
Mas de longe o que mais me agradou nesse filme foi o humor negro, vivemos uma era onde o politicamente correto tomou conta de Hollywood, hoje em dia você não pode fazer piada com absolutamente nada porque vai estar ofendendo umas três minorias diferentes, mas aqui não é o caso, o roteiro não tem medo de fazer humor, não tem medo de fazer com que seus personagens sejam imorais, e principalmente não tem nenhum receio de nos dar uma bela lição no final: os personagens na tem o desfecho perfeito e boboca onde tudo da certo, aqui o buraco foi bem mais embaixo, provando que toda boa ação não fica sem uma punição, e que não vida real, quem é bonzinho demais, só se fode.
The Bronze poderia ser melhor caso tivesse um roteiro mais caprichado e uma direção mais experiente, mas está longe de ser um filme fraco ou esquecível, ele é uma divertido, tem uma história interessante, ao mesmo tempo que puxa a nossa orelha para algumas situações, como por exemplo, é importante sair do comodismo, é importante parar de culpar as pessoas pelo que deu errado na nossa vida e ir atrás de fazer as coisas acontecerem, e o mais importante: pessoas são extremamente filhas da puta, e é necessário cuidado redobrado com quem tem fala mansa e se faz de bonzinho demais.
Até curti essa bagaceira ai haha, vi 2x em menos de 24hs kkk
Não sei porque o povo ficou tão ofendido com a personalidade negativa da protagonista. Como disseram por ai, tem uma porrada de personagem masculino com uma personalidade escrota (vou citar o Dr. House, que acredito ser o mais conhecido), e todo mundo adora, acha engraçado e talz, mas quando é uma mulher com a mesma personalidade, geral fica de mimimi.
O bom é que no decorrer do filme a escrotice dela vai diminuindo, quando ela tá caminhando pra ser uma pessoa menos pior, ela vai lá e trai o namorado, que era super gente boa. E a tal cena de sexo achei bizarra!
Só achei bem chato a forma que ela trata o pai dela,
mas no final do filme parece que ela dá uma melhorada né.
Fiquei passada
com a Maggie, que vaca! E aquela mãe dela, que só queria o melhor pra sua filha, agora vai se lamentar por ter entregado a menina de bandeja na mão daquele treinador imoral que acabou com a carreira promissora dela. Todo mundo muito focado em odiar a Hope, mas no fim das contas o podre era o Lance, o que ele fez foi totalmente imoral e anti-ético. Foi burrice terem caído na conversinha dele, só por ele ter medalha de ouro, se ele era tão bom assim, porque a garota que ele tava treinando não teve um desempenho melhor que o da Maggie? kkk
Ter uma protagonista antipática, arrogante e mesquinha só fez o filme ser mais chato e menos engraçado. Uma pena, pois a história daria um filme bem divertido se não tivessem exagerado na dose de chatice da personagem principal.
que porreh de guria...