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Jovem desajustado fica em casa tomando conta de sua irmãzinha. Na ausência dos pais ele se injeta drogas e conta para a irmã duas histórias de terror. A primeira sobre um louco que escapa do manicômio e extermina quem encontra pela frente. A segunda sobre um padre que, depois de violentar uma jovem, sofre com delírios e visões de torturas no inferno.
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Que baita surpresa! The Burning Moon provou que Olaf Ittenbach merece com folga o título de mestre do terror underground alemão. Mesmo com o orçamento curtíssimo, o diretor entrega duas histórias macabras, insanas e surpreendentemente bem desenvolvidas.
O que esse cara faz com os efeitos práticos aqui é simplesmente do caralho. Enquanto o cinema mainstream começava a se render ao CGI capenga dos anos 90, Ittenbach usou pura criatividade de garagem, látex e galões de sangue artificial para criar um realismo grotesco que bota muito filme no chinelo. Duas sequências se destacam: o massacre brutal e implacável na casa da primeira história, e a icônica sequência final da segunda história no Inferno. A visão do submundo que ele cria no desfecho é um pesadelo visual absoluto, caótico e perturbador.
Um clássico obrigatório do splatter extremo que testa os limites do espectador e exala a essência do cinema independente feito com paixão pela bizarrice. Uma joia do gore de baixo orçamento!
O Olaf é tudo que o Uwe Boll não conseguiu ser. Isso aqui é ouro puro.
Caso alguém ainda esteja interessado, tenho aqui no meu acervo alguns dele, os mais antigos.
Aonde eu acho pra assistir ?
Ouro puro. Essa pérola deveria ser mais conhecida mas, pelos comentários, basicamente quem assistiu foi quem tinha comprado ou alugado a fita. Ou seja, sem o lançamento pela California Filmes, esse filme seria completamente desconhecido aqui no Brasil. Legal é assistir sem saber absolutamente nada. Leva uns bons quinze minutos para sabermos que estamos diante de uma antologia. E, são dois os momentos de maior destaque. O massacre na casa e a sequência final da segunda história, duas sequências cujas palavras que a melhor descrevem é "insanidade total". Somo bombardeados com todo tipo de atrocidade em poucos minutos, com efeitos gore muito bons se considerarmos o baixo orçamento (evidenciado pelas atuações desastrosas) e a grande quantidade em que ocorrem. No final, gostaria de dizer que é um filme subestimado, mas, convenhamos, não é um filme para qualquer um. Ligeiramente inferior a Rabid Grannies, para citar outro gore injustiçado europeu, dois dos filmes de terror mais subestimados na minha opinião. A principal diferença entre os dois é que esse daqui possui menos história, e que Lua Sangrenta não possui nada de humor (exceto, claro, o que ocorre de forma involuntária).
Nota: 8.6.
Clássico,épico......falou q é filme do olaff to dentro quero assistir!!!!
pois sei que é diversão garantida e gore a vontade!!!!