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Data de lançamento
16 Nov. 2023Duração
A sexta temporada repassa os acontecimentos entre 1997 a 2005 mostrando o progresso do relacionamento da Princesa Diana e do produtor de cinema Dodi Fayed (Khalid Abdalla), filho do bilionário Mohamed Al-Fayed, empresário poderoso e dono da loja de departamentos Harrods, do hotel Ritz, de Paris, e do time de futebol Fulham.
Mostrará também o Príncipe William tentando lidar com a morte da mãe, em sua volta a Eton, o colégio particular onde estuda. A Rainha Elizabeth prepara-se para seu Jubileu de Ouro (50º aniversário de sua ascensão ao trono) em 2002. Príncipe Charles casa-se com Camilla Parker-Bowles, em 2005. E a relação de William e Kate Middleton, que teve várias idas e vindas, também é um dos focos.
Gosto de como tudo nessa temporada se baseia numa constante sensação de efemeridade, da tragédia precoce à longevidade frente à nova era, representada por William. Uma temporada final aterradora que faz jus à melhor série da Netflix.
A série encerra bem a trajetória de Elizabeth e todo o seu reinado. Nessa última temporada temos alguns momentos tristes, que conseguem ser muito bem representados em cena.
Nota: 7/10
Acho que sou muito ignorante, preciso estudar, pois eu não vejo nenhuma serventia nessa monarquia a não ser estragar a vida dos próprios... monarcas. Além do gasto público, a função de manter palácios e rainha e cachorros é dar comunicados públicos, encontrar autoridades e ser infelizes?
As princesas Margareth e Diana são as que mais sofreram e não por isso são as minhas favoritas. Os episódios focados nelas são os melhores sem dúvida. Também gosto muito dos garotos e nem sinto tanta raiva assim do Charles porque ele também só se lascou nisso de não poder se divorciar ou se casar com mulher divorciada. Aliás, tanto dinheiro, tanto poder... e não pôde nem diminuir as orelhas... afinal, realeza não pode nem isso.
No entanto, minha antipatia pela Rainha Elizabeth fez só piorar. Não que isso seja relevante para a história da humanidade, mas para a minha história que ninguém contará, sim. Sei, não, heim? Bem acho que a J.K. Rouwling se inspirou na Rainha para poder criar a Dolores Umbridge...
Imelda foi a melhor Elizabeth.
A jornada vale a pena!