O documentário tem uma estrutura narrativa fascinante: enquanto serve como biografia de Elvis Presley, também usa o símbolo de uma geração dos Estados Unidos com a intenção de discutir a evolução da sociedade deste país, sobretudo, sua relação com o capitalismo, política etc. É uma tese das mais interessantes, sendo desenvolvida de forma convincente e envolvente, a de que Elvis e a América ruíram quando começaram a colocar o dinheiro a frente de seus sonhos. Assim, trocar um trabalho artisticamente mais desafiador por outro que serviria apenas para engordar o cofre do já riquíssimo Rei do Rock equivale a preterir programas sociais em troca de benfeitorias dispensáveis.
Tudo isso com a participação de nomes famosos que engrandecem a tese defendida pelo cineasta, tornando o que poderia ser uma biografia comum sobre um personagem, cujas histórias já cansamos de ouvir, em algo maior e mais ressoante.
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O documentário tem uma estrutura narrativa fascinante: enquanto serve como biografia de Elvis Presley, também usa o símbolo de uma geração dos Estados Unidos com a intenção de discutir a evolução da sociedade deste país, sobretudo, sua relação com o capitalismo, política etc. É uma tese das mais interessantes, sendo desenvolvida de forma convincente e envolvente, a de que Elvis e a América ruíram quando começaram a colocar o dinheiro a frente de seus sonhos. Assim, trocar um trabalho artisticamente mais desafiador por outro que serviria apenas para engordar o cofre do já riquíssimo Rei do Rock equivale a preterir programas sociais em troca de benfeitorias dispensáveis.
Tudo isso com a participação de nomes famosos que engrandecem a tese defendida pelo cineasta, tornando o que poderia ser uma biografia comum sobre um personagem, cujas histórias já cansamos de ouvir, em algo maior e mais ressoante.
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