O filme centra-se em vários dos principais marcos da contenção Chu-Han, no século três. Estrelado por Liu Ye, Chang Chen e Daniel Wu, eles interpretam três líderes militares que derrubam a Dinastia Qin, fazendo nascer a Dinastia Han.
O Filme é bom, mas se não conhecer um pouco da história da china fica bem difícil entender eu acho, algumas coisas ficaram meio confusas. Mesmo assim o filme consegue transmitir um sentimento de pertencimento à história, heroismo, e tirania.
Com carga emocional poderosa, temos aqui uma clássica Tragédia cujo tema é a corrupção do poder, presas e predadores. Lu Chuan subverte o gênero épico, de batalhas onipresentes passamos a um pesadelo incessante, entramos na mente perturbada do imperador Liu Bang (depois de morto, Gāozǔ), que durante sua escalada cultiva ódio e reverência por dois homens: o nobre Xiang Yu, que aos 24 anos já era uma lenda militar; e o general Han Xin, uma máquina de guerrear cujas ações são decisivas na aurora da nova dinastia. O Império coube ao menos valoroso dos homens, sedento de prazer e poder? O diretor acerta na escolha de três atores tão icônicos quantos seus personagens, na ótima reconstituição histórica, no uso de CGI em momentos pontuais e no destaque dado à imperatriz Lü Zhi. Para se contemplar com paciência e fascínio o nascimento da maior etnia do planeta (hoje, 20% da população mundial): os Han.
O Filme é bom, mas se não conhecer um pouco da história da china fica bem difícil entender eu acho, algumas coisas ficaram meio confusas. Mesmo assim o filme consegue transmitir um sentimento de pertencimento à história, heroismo, e tirania.
Com carga emocional poderosa, temos aqui uma clássica Tragédia cujo tema é a corrupção do poder, presas e predadores. Lu Chuan subverte o gênero épico, de batalhas onipresentes passamos a um pesadelo incessante, entramos na mente perturbada do imperador Liu Bang (depois de morto, Gāozǔ), que durante sua escalada cultiva ódio e reverência por dois homens: o nobre Xiang Yu, que aos 24 anos já era uma lenda militar; e o general Han Xin, uma máquina de guerrear cujas ações são decisivas na aurora da nova dinastia. O Império coube ao menos valoroso dos homens, sedento de prazer e poder? O diretor acerta na escolha de três atores tão icônicos quantos seus personagens, na ótima reconstituição histórica, no uso de CGI em momentos pontuais e no destaque dado à imperatriz Lü Zhi. Para se contemplar com paciência e fascínio o nascimento da maior etnia do planeta (hoje, 20% da população mundial): os Han.