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Grande Barreira de Corais, 2020. Após um mergulho perigoso para salvar a vida de sua esposa presa ao explorar uns destroços do navio comercial colonial Britânico, Jay Fennel, um arqueólogo marinho robusto e atraente, fica em coma num hospital de Boston. Em coma Fennel nos leva em seu sonho de volta no tempo para Poona, Índia em 1778. A companhia britânica das Índias Orientais está invadindo os palácios e um jovem capitão chamado James Stewart, que tem uma semelhança impressionante com Fennel, está prestes a embarcar em uma missão perigosa. Ao longo do caminho ele encontra assassinatos, falsidades, traições e vingança. Ele fica profundamente apaixonado por uma guerreira Marathi chamada Tulaja Naik, um amor impossível por qual ele deve lutar. E só o poder de um anel poderá transcender-los de volta no tempo e salvar suas vidas.
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Credo!
É triste ver como um cineasta do calibre de Rolando Joffé, que já esteve no topo do cinema mundial, se passar para a realização de um melodrama fantasioso de tão pouco brilho e significado. Acho que nem Josh Hartnett precisava disso..., mas enfim. The Lovers tem a mesma profundidade e interesse que o Domingão do Faustão. Roteiro débil e confuso, diálogos patéticos, atuações engessadas e uma direção de arte comprometida pelo (mal) uso dos efeitos visuais se deslocando entre a idade moderna e a vida contemporânea futurista. A fotografia também não ajuda muito e parece estar chapada entre o sépia do século XIII e o azul da atualidade, mas com tantos revezes isso parece ser o que menos importa. Não há romance que resista ao amadorismo da produção que tenta engrenar alguma credibilidade justificada por fatores de uma risível ficção 'transcedental'. Como comédia pode até funcionar, mas como romance é patético.
Pronto, lá vem EU contrariando, kkkk. Adorei! Lindo, lindo e encantador. Que beleza de fotografia! Roteiro gostoso e cativante. Figurino maravilhoso! Cenas ricas, entre duas realidades diferentes. Muito bom e comovente. Exuberante aos olhos e ao coração! Claro que recomendo! Além do mais, adoro a atuação de Josh Hartnett e a beleza das indianas!
Nem longe lembra Joffé dos áureos tempos de A Missão e Os Gritos do Silêncio. Fraquinho!
bem ruim, nem sei zoar um filme assim.