Dirigido por
Duração
Quando sua mãe se perde em Spirit Lake, três meias-irmãs viajam para casa para resolver os seus problemas. A irmã mais nova, June, uma documentarista, filma o seu amargo retorno junto de suas irmãs. Mas quando as três invocam sem querer um fantasma local, seu relacionamento começa a estremecer e elas encontram-se cada vez mais e mais profundamente envolvidas com o verdadeiro mistério do lago.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Ritmo lento demais... uma história (???) que parece que não se desenvolve. O elenco está muito bem. Filme sobre memórias, arrependimentos, ressentimentos e tem um pés no misticismo. Tem uma mitologia (o mergulho da meia noite) interessante, que pouco desenvolve. A pegada aqui realmente é tratar de memórias... luto... visto em 16.02.25
Assisti esperando um mistério e encontrei um filme que fala sobre, luto, arrependimento, perdão e reencarnação
Filme do tipo: ame ou odeie. Eu ODIEI.
Extremamente “slow burn”. Filme não é exatamente tenso, mas te deixa com a sensação tênue (mas constante) de que algo invisível está presente; ao mesmo tempo que este “algo” parece confortante, é a sensação de que é muito mais sinistro que qualquer outra característica.
Filme muito introspectivo, extremamente lento, mas coerente e até pragmático na mensagem.
Tem que estar no “mood”; confesso que gosto bastante desse tipo de filme; o terror do estranhamento. Mas achei que a mensagem final foi bem clara; inclusive, esperava um final mais volúvel no nível interpretativo.
Além de ser um filme belíssimo, muito bem dirigido, a diretora sabia muito bem onde queria chegar.
Um ponto forte do filme são as interpretações. E o entrosamento do elenco. Eh tudo muito verossímil; o sentimento de luto é muito verossímil; você acredita que realmente elas são irmãs e estão passando por aquele turbilhão de emoções. Eh algo não muito frequente; principalmente, neste gênero. Se não tivesse esse trabalho excelente dos atores, eu não teria ficado tão imersa na história.
Adorei. Assistam sem pressa.
Viva os filmes independentes.