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Data de lançamento
30 Ago. 2014Duração
Numa aldeia fictícia do Cáucaso, o Presidente em fuga tem apenas a companhia do neto de cinco anos. Um golpe de Estado aconteceu e o ditador agora circula pelas terras que um dia governou disfarçado de músico. Pela primeira vez ele se aproxima realmente da gente que por tanto tempo liderou, finalmente conhecendo aquele que era seu povo.
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Filmaço!
Diferente!
Todos os politicos deviam assistir esse filme!
O poder é o fim mesmo!
Aqui, a justiça e a vingança disputam lugar!
A cena do neto dançando na cabana foi sensacional. Ele ( o presidente) foi prudente em toda a caminhada e descuidou justamente na lavoura
Filmaço, um ponto de vista diferente do habitual. Sem bem que encurralado e sozinho qualquer lobo mal virá a vozozinha.
Abandonando a metalinguagem de O Ciclista e Um Instante de Inocência, Makhmalbaf traz um supre drama visceral e enigmático.
Uma obra estupenda!
Filme denso e que não alivia nem tendo uma criança como testemunha ocular da ira dos homens. Alguns presidentes brasileiros precisavam ver com os próprios olhos o desencadeamento de seus atos egoístas e inconsequentes.
* - Para o meu bom respirar tive que olhar na ficha técnica deste filme para saber se o mesmo é iraniano. O diretor é, mas o filme não. Ainda não vi uma bomba, um desastre como esse produzido pelo irã. Acho difícil ver.
Há os que dizem que o roteiro é a alma do filme, o teor substancial. E eis aqui um exemplo da mais profunda, minha profunda repugnância. De cara posso dizer que se trata de um filme apelativo e que apela para moralizar e manipular sempre o espectador com as diversas situações absolutamente irreais (qualquer espectador médio consegue perceber as tolices do roteiro. Neste estão contidas todos os furos possíveis para alcançar um resultado desejado, de emoção, de metáforas forçadas e ridicularmente, óbvias.
Sem precisar cair no spoiler, começa justamente pelo risível disfarce que os roteiristas (acho queu mohsen poderia ser apenas diretor, não é possível?!) deram ao protagonista. A peruca usada por ele fixa mais do que qualquer implante capilar dos mais modernos, nunca sendo um empecilho. E além do mais, mesmo o próprio filme informando que as rádios divulgam que o homem está disfarçado, nem os atuais soldados donos do poder conseguem descobrí-lo. O filme nos apresenta um punhado de pessoas burras que mesmo sabendo de toda a grana que receberiam por capturar o ex-presidente, não são capazes de revistar o rosto das pessoas nas ruas.
Cheio de situações melodramáticas de personagens secundários, que estão ali apenas para chocar o espectador ou tentar incutir nele os " ohh.. males da ditadura ou dos revolucionários pós ditadura"... "O presidente" certamente é um dos filmes mais imbecis, manipulador e incoerente em si mesmo que já assisti.
A cena final apenas corrobora com o dito acima, levando algumas ações ao pico para depois desfazê-las.
Um exemplo do que jamais um diretor, cineasta deve fazer.