Situado nos anos 80, o longa mostrará a história de uma jovem estudante de cinema, que se envolve em seu primeiro caso de amor sério e tenta separar os fatos da ficção no relacionamento com um homem complicado e pouco confiável.
O filme não tenta explicar tudo o tempo inteiro. Ele observa, deixa espaços, e faz o espectador sentir o desconforto junto com a personagem. Se destaca por fugir de narrativas tradicionais sobre amor e amadurecimento. O que fica é a sensação de ter vivido algo junto com a personagem, mesmo sem entender tudo. E talvez essa seja a grande força do filme. Mostrar que crescer também passa por se perder, por insistir em algo que não faz bem e, só depois, conseguir olhar para trás e dar algum sentido ao que foi vivido.
A conversa na van sobre os vários estilos cinematográficos e formas de fazer um filme aparentemente possuía a tentativa de aproximação do espectador à protagonista, no sentido de que ela não participa ativamente daquela discussão boba, então deve ser a mais sensata. No entanto, no caminho pra chegar até ali, eu já havia perdido Julie por conta do aborrecimento que é a jornada dela, capitaneada por um relacionamento incrivelmente maçante e injustificável: em nenhum momento compramos os motivos pelos quais Julie é tão apaixonada por Anthony, alguém que leva ela pro buraco o tempo todo. Eu sei, ninguém explica o sentimento. Mas nesse caso é como se o próprio relacionamento dos dois fosse… Chato.
trivia via IMDb: "Joanna Hogg escreveu o roteiro com base em experiências de sua vida enquanto frequentava a escola de cinema em Londres, no início dos anos 80. Tilda Swinton e Hogg são amigas desde os dez anos de idade e, Swinton testemunhou o relacionamento de Hogg na época. todos os atores leram o roteiro, exceto Honor Swinton Byrne (a protagonista). em vez disso, a diretora, Joanna Hogg, deu a ela seus diários do início dos anos 80, anotações, fotografias, roteiros e filmes antigos que ela escreveu e produziu na época. Byrne foi instruída a improvisar todas as cenas, enquanto o restante do elenco tinha roteiros mas, ainda assim, fora instruído a reagir a ela da melhor maneira possível. Hogg também deu a Tom Burke cartas antigas, gravações e desenhos do homem em que seu personagem é baseado."
O filme não tenta explicar tudo o tempo inteiro. Ele observa, deixa espaços, e faz o espectador sentir o desconforto junto com a personagem. Se destaca por fugir de narrativas tradicionais sobre amor e amadurecimento. O que fica é a sensação de ter vivido algo junto com a personagem, mesmo sem entender tudo. E talvez essa seja a grande força do filme. Mostrar que crescer também passa por se perder, por insistir em algo que não faz bem e, só depois, conseguir olhar para trás e dar algum sentido ao que foi vivido.
Não costumo falar muito isso pq sempre vejo lado positivo nos filmes, mas esse filme é chatãoooooooooooo
Filmes chatos eu ja tinha assistido mas filme q força ser chato de propósito foi a primeira vez
A conversa na van sobre os vários estilos cinematográficos e formas de fazer um filme aparentemente possuía a tentativa de aproximação do espectador à protagonista, no sentido de que ela não participa ativamente daquela discussão boba, então deve ser a mais sensata. No entanto, no caminho pra chegar até ali, eu já havia perdido Julie por conta do aborrecimento que é a jornada dela, capitaneada por um relacionamento incrivelmente maçante e injustificável: em nenhum momento compramos os motivos pelos quais Julie é tão apaixonada por Anthony, alguém que leva ela pro buraco o tempo todo. Eu sei, ninguém explica o sentimento. Mas nesse caso é como se o próprio relacionamento dos dois fosse… Chato.
trivia via IMDb:
"Joanna Hogg escreveu o roteiro com base em experiências de sua vida enquanto frequentava a escola de cinema em Londres, no início dos anos 80. Tilda Swinton e Hogg são amigas desde os dez anos de idade e, Swinton testemunhou o relacionamento de Hogg na época.
todos os atores leram o roteiro, exceto Honor Swinton Byrne (a protagonista). em vez disso, a diretora, Joanna Hogg, deu a ela seus diários do início dos anos 80, anotações, fotografias, roteiros e filmes antigos que ela escreveu e produziu na época.
Byrne foi instruída a improvisar todas as cenas, enquanto o restante do elenco tinha roteiros mas, ainda assim, fora instruído a reagir a ela da melhor maneira possível. Hogg também deu a Tom Burke cartas antigas, gravações e desenhos do homem em que seu personagem é baseado."