Situado nos anos 80, o longa mostrará a história de uma jovem estudante de cinema, que se envolve em seu primeiro caso de amor sério e tenta separar os fatos da ficção no relacionamento com um homem complicado e pouco confiável.
- tinha que ser uma burguesa songamonga pra cair no papinho desse esquisito feio mesmo - toda a trama com o cara tem seu valor, mas o filme ganha muito mais quando passa a ser sobre a cineasta que a personagem realmente quer ser - interessante como o filme é meio como autobiográfico da diretora, nele ela quer fazer um cinema longe da sua própria realidade, mas na vida real faz um baseado em sua própria vida
O filme não tenta explicar tudo o tempo inteiro. Ele observa, deixa espaços, e faz o espectador sentir o desconforto junto com a personagem. Se destaca por fugir de narrativas tradicionais sobre amor e amadurecimento. O que fica é a sensação de ter vivido algo junto com a personagem, mesmo sem entender tudo. E talvez essa seja a grande força do filme. Mostrar que crescer também passa por se perder, por insistir em algo que não faz bem e, só depois, conseguir olhar para trás e dar algum sentido ao que foi vivido.
A conversa na van sobre os vários estilos cinematográficos e formas de fazer um filme aparentemente possuía a tentativa de aproximação do espectador à protagonista, no sentido de que ela não participa ativamente daquela discussão boba, então deve ser a mais sensata. No entanto, no caminho pra chegar até ali, eu já havia perdido Julie por conta do aborrecimento que é a jornada dela, capitaneada por um relacionamento incrivelmente maçante e injustificável: em nenhum momento compramos os motivos pelos quais Julie é tão apaixonada por Anthony, alguém que leva ela pro buraco o tempo todo. Eu sei, ninguém explica o sentimento. Mas nesse caso é como se o próprio relacionamento dos dois fosse… Chato.
- tinha que ser uma burguesa songamonga pra cair no papinho desse esquisito feio mesmo
- toda a trama com o cara tem seu valor, mas o filme ganha muito mais quando passa a ser sobre a cineasta que a personagem realmente quer ser
- interessante como o filme é meio como autobiográfico da diretora, nele ela quer fazer um cinema longe da sua própria realidade, mas na vida real faz um baseado em sua própria vida
O filme não tenta explicar tudo o tempo inteiro. Ele observa, deixa espaços, e faz o espectador sentir o desconforto junto com a personagem. Se destaca por fugir de narrativas tradicionais sobre amor e amadurecimento. O que fica é a sensação de ter vivido algo junto com a personagem, mesmo sem entender tudo. E talvez essa seja a grande força do filme. Mostrar que crescer também passa por se perder, por insistir em algo que não faz bem e, só depois, conseguir olhar para trás e dar algum sentido ao que foi vivido.
Não costumo falar muito isso pq sempre vejo lado positivo nos filmes, mas esse filme é chatãoooooooooooo
Filmes chatos eu ja tinha assistido mas filme q força ser chato de propósito foi a primeira vez
A conversa na van sobre os vários estilos cinematográficos e formas de fazer um filme aparentemente possuía a tentativa de aproximação do espectador à protagonista, no sentido de que ela não participa ativamente daquela discussão boba, então deve ser a mais sensata. No entanto, no caminho pra chegar até ali, eu já havia perdido Julie por conta do aborrecimento que é a jornada dela, capitaneada por um relacionamento incrivelmente maçante e injustificável: em nenhum momento compramos os motivos pelos quais Julie é tão apaixonada por Anthony, alguém que leva ela pro buraco o tempo todo. Eu sei, ninguém explica o sentimento. Mas nesse caso é como se o próprio relacionamento dos dois fosse… Chato.