A linguagem cinematográfica e a linguagem da costura se entrelaçam numa história íntima, feita de símbolos, gestos e imagens. De Roma a Nova York, o filme fala da força dos laços de parentesco que unem duas mulheres, que passaram a confiar apenas em si mesmas, através de um retrato diacrônico e introspectivo.
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Muitos simbolismos que deixam o espectador um pouco confuso, mas curiosamente fazendo sentido. Algumas passagens, mesmo que com muitas incógnitas, são bonitas e profundas.
Um filme belíssimo, com grande elenco e grandes potenciais temáticos, como o envelhecimento, a inescapabilidade da memória e do passado, o peso e o status da arte, a marca das relações familiares, entre outras coisas, mas tudo fica no raso para que o curta seja somente um desfile de moda não convencional da Valentino. Soa no fim como um desperdício do elenco e do Sakamoto na trilha sonora.
Incrível.
O que a gente não faz para ver a Julianne Moore! Ah! Você também, Kyle.
Não entendi nada, e não senti nada, só decepção mesmo.