Though his parents help him run the family business, Jun still feels persecuted by their love; when they bar him from meeting with his girlfriend, tensions increase.
Com seus corpos ardentes, Mieko Harada e Yutaka Mizutani incendeiam a película de uma das obras mais emblemáticas da nuberu bagu tardia e setentista. Do diretor Kazuhiko Hasegawa que apenas dirigiu dois filmes, THE YOUTH KILLER (青春の殺人者, 1976) recebeu elogios da crítica japonesa na época que muito admirou a simbiose estética entre a sexualidade do jovem casal e o desespero cada vez mais perigoso de se alienarem em seu próprio tempo. Desconectados das crises políticas e das manifestações sociais, Jun e Keiko seguem perdidos em busca de uma razão para existir. Esta juventude decadente era um tema essencial para a nuberu bagu que já estava se perdendo no final da década de 60.
Foi principalmente a pequena produtora e distribuidora ATG (Art Theatre Guild - vide a minha lista aqui no filmow) que relançou esta temática com a força e o estilo semi-documentário de cineastas dos anos 70. Intensamente marcado por contrastes de estilo (interior/exterior, fundo sonoro real/musical, luz natural/chiaroscuro), o filme coloca em cena de maneira simbólica o sacrifício da geração mais velha, a morte da família culmina na perda de convicção total e até mesmo do sentido de existir de Jun. O drama se sustenta graças ao tour de force do brilhante Yutaka Mizutani e da jovem Mieko Harada que se tornaram figuras cultuadas de seu tempo.
Com seus corpos ardentes, Mieko Harada e Yutaka Mizutani incendeiam a película de uma das obras mais emblemáticas da nuberu bagu tardia e setentista. Do diretor Kazuhiko Hasegawa que apenas dirigiu dois filmes, THE YOUTH KILLER (青春の殺人者, 1976) recebeu elogios da crítica japonesa na época que muito admirou a simbiose estética entre a sexualidade do jovem casal e o desespero cada vez mais perigoso de se alienarem em seu próprio tempo. Desconectados das crises políticas e das manifestações sociais, Jun e Keiko seguem perdidos em busca de uma razão para existir. Esta juventude decadente era um tema essencial para a nuberu bagu que já estava se perdendo no final da década de 60.
Foi principalmente a pequena produtora e distribuidora ATG (Art Theatre Guild - vide a minha lista aqui no filmow) que relançou esta temática com a força e o estilo semi-documentário de cineastas dos anos 70. Intensamente marcado por contrastes de estilo (interior/exterior, fundo sonoro real/musical, luz natural/chiaroscuro), o filme coloca em cena de maneira simbólica o sacrifício da geração mais velha, a morte da família culmina na perda de convicção total e até mesmo do sentido de existir de Jun. O drama se sustenta graças ao tour de force do brilhante Yutaka Mizutani e da jovem Mieko Harada que se tornaram figuras cultuadas de seu tempo.