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Duração
Na Filadélfia, para passar o fim de semana, Tessa e Ben, um casal em crise, aluga um quarto no apartamento de Adam, um estranho recluso que se torna um voyeur involuntário das partes mais íntimas da vida do casal. A tensão aumenta à medida que os três tentam ganhar e recuperar território.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Uma produção fílmica "de curta duração", mas com elementos em seu enredo complexos e conflitantes (principalmente, nas relações sociais e interações - íntimas e pessoais - dos tempos atuais). O casal de "locatários" temporários, a meu ver: "espaçosos" (levando a crise de seu "consórcio" para a residência do solitário "locador"... e ainda ingerindo álcool de forma desmedida... além de convidar uma antiga colega de estudos, pouco urbana e indelicada... enfim, um pesadelo!), problemáticos e (já de época pretérita) emocionalmente desgastados (insistindo em uma relação decadente e tóxica). Confesso que o tom intimista e claustrofóbico da proposta me agradou: "...será que o personagem Adam vai 'enlouquecer', como o personagem de Roman Polansky (em O Inquilino, de 1976)?!... e mesmo avançar febrilmente em face aos seus inconvenientes 'hóspedes'?...". Mas o que consegui perceber foi, indubitavelmente, um apelo dramático em favor da abordagem das disfuncionais relações contemporâneas... do cada vez maior isolamento urbano... da solidão das pessoas no presente século (individual ou mesmo "compartilhada", como exemplo do problemático casal)... e até mesmo os desinteressantes empregos disponíveis (que provocam um desestimulante "hiato histórico" nas ofertas de trabalho às novas gerações)! Enfim, um filme relativamente simples - mas profundamente provocador (se posteriormente debatido). Em tempo: fico na torcida para que a personagem Tessa "dê uma chance" para o introvertido Adam - ou, ao menos, abandone seu incômodo atual parceiro (e que a personagem Lizzy "desencane" definitivamente do passado... e se "reinvente", ao menos romanticamente!). Assistido em: 12 de janeiro de 2026, segunda-feira.
deus n me deixa arrumar relacionamento c lixo dnv n
estou livre desde 2019 me mantenha em paz ate 2029 pelo menos por favor
Sei lá, me senti gastando muito tempo assistindo uns moleques bobos
Esse filme não me permitiu ser indiferente, senti a desconexão entre os setimentos e forma de ver a vida do casal, suas falhas e fraquezas. A forma sutil como a trama desenvolve-se nos franqueia tempo de imergir nessa relação descompassada, saboreando todas as suas nuances, do desconforto a solidão, transitando por uma sensualidade latente.
É estranho pensar que intimidade pode ser algo que afasta, né?