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Para além de ser uma história um tanto batida do rapaz estadunidense com um sonho e vontade de vencer e que faz de tudo para dobrar o mundo a seu favor, me incomodou que a atuação de Timothée em muitos momentos parecia ele mesmo ali, apenas deslizando a atuação pelo próprio corpo, sem de fato transmitir através dele um personagem, sem se transformar noutra coisa. Como Marty ele convence, mas não apresenta nuances a se descobrir, por que é como se eu ja soubesse tudo sobre ele, tudo sobre o Timothée... Seria hora de uma pausa...? Cabe a observação do marketing agressivo que esse filme teve na temporada, com ele projetando em todos os canais e programas uma extensão modernizada do personagem, muita atitude e muita cor laranja, como se fosse o BRAT dele... Não ficou feio, mas também não tem um efeito bonito, por que apesar de um bom filme, é bem regular a entrega e a meu ver a ansiedade e aceleração do texto ao mesmo tempo que agrega, bagunça e transtorna a ideia em uma substancia indefinida, como um prato muito caro e cheio de bons ingredientes, mas sem muito sabor...
parece um dilema simples, mas a questão do ressentimento é justamente a bola de espinhos que forma na garganta. O que era supostamente simples se torna meio que um conflito geracional, avó/pai/irmã/filha todos feitos dos mesmos retalhos sentimentais, e nessa teia o que se desenvolve tanto no filme como no filme dentro do filme, é um convite a aprender a conviver com a própria mágoa.
Últimos recados
Olá, Jorge, obrigado pela curtida da minha lista de filmes sobre História do Brasil e espero que tenha gostado dela. Abraços.
Oi, Jorge, muito obrigado, foi divertido fazê-la, sigo aberto a sugestões. Um abraço.
Anotadíssimo.
Já viu Bacurau? Não deixe de ver, sério. E de preferência, no cinema. Eu vi na pré-estreia, sábado (17), aqui em Recife. Só vou dizer que foi uma das melhores experiências cinematográficas que eu já tive na vida. Veja, veja, veja!
Ainda sobre Temporada, dá uma lida nesse texto, eu achei sensacional: https://www.alinevalek.com.br/blog/2019/05/agua-parada-e-outras-metaforas-de-impermanencia/
Abraço, querido!
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Um horripilante mergulho no submundo da pré-adolescência e das relações masculinas nesse período da vida, onde as percepções sobre tudo, especialmente sobre si, se embaralham numa confusão hormonal e ansiosa, marcada por domínio, territorialismo e intimidação. A praga é o terror que se instala desde cedo e que interrompe brutalmente a inocência de tantos meninos. Trilha sonora insana.