Últimas opiniões enviadas
Conhecem o estereótipo da pessoa preta amiga da protagonista branca? Essa série tá cheia disso. Parece que pessoas pretas só servem pra aconselhar e elogiar os protagonistas brancos, elas não têm suas histórias desenvolvidas. Sempre que uma pessoa preta aparece aqui ela está dando conselhos a uma branca, servindo de apoio/suporte. Isso é muito incômodo.
A babá não tem vida própria, vive de adular uma mãe irresponsável (e sabe-se lá Deus se ela recebe salário pra viver naquela situação deplorável). Teu filho tá com Leucemia? Vai pra balada, aproveitar, se divertir, transar, eu cuido dele.
Aliás, incrível como a Angel, mesmo falida, sem dinheiro nem pra comprar os medicamentos do filho doente, consegue pagar uma babá em TEMPO INTEGRAL. A babá dorme naquele muquifo minúsculo e ainda é obrigada a ouvir a patroa trepando a noite inteira pelos cantos. Inclusive, considerando que a dondoca não faz porra nenhuma e não para em casa, quem cozinha? Quem limpa? Quem faz as compras do supermercado? A babá? Alguém denuncia essa exploradora, pelo amor de Deus! Nalva, procure seus direitos, estamos com você!
Sobre a fotografia:
Que fixação é essa por vermelho e azul? Passaram completamente do ponto. Haja papel celofane. Tacaram vermelho até no quarto da pobre da criança. Puteiro ou puxadinho do inferno? Apenas um quarto infantil kkk passo mal.
O apartamento da Giovanna parece uma mistura de cemitério com balada erótica.
A Angel conversando com o médico e o local totalmente escuro. Que hospital é esse que não tem luz? Que pediatra atende na penumbra? É a crise energética?
Enfim, uma bela porcaria. Sem tempo pra apontar os furos desse queijo suíço de roteiro. No fim, eu estava tonta de tanto ver neon e transição brega com prédio espelhado. Uma coisinha: o Ícaro Silva daria um protagonista beeeem melhor do que o policial dançarino saído de uma fanfic do wattpad.
Conselho:
Se uma cara chegar em você com esse papo bizarro de que quer cuidar de você porque te acha ingênua e frágil, manda ele fazer terapia, ter um filho ou prestar serviço voluntário em alguma casa de repouso para idosos.
Não consegui comprar o vício dela em crack, porque não é o tipo de droga que médicos costumam se viciar. Morfina, algum tipo de anfetamina, álcool, até mesmo cocaína seria um vício mais crível. Não faz sentido uma mulher burguesa, médica recém-formada, simplesmente decidir usar crack pra ter um barato, como se não soubesse as consequências disso, como se não tivesse grana pra usar algo melhor/menos danoso. Usuários de crack são indivíduos frutos de uma série de negligências e em sua maioria estão em situação econômica vulnerável. Mas aí se não fosse crack não ia gerar o mesmo impacto, né? Senti que quiseram emular um pouco o arco da Grazi Massafera em Verdades Secretas, o que me irrita um pouco.
Três pontos:
1.
Não acho que o marido foi suficientemente responsabilizado por ter trazido o crack pra vida da esposa, e me incomoda isso ser tratado como somente um passatempo dos dois. A dependência afeta a família do usuário, é um problema que se alastra e atinge quem estiver ao redor.
2.
Qual o intuito de enfiar aquela subtrama ridícula no último ep. envolvendo a irmã caçula e o cunhado dela? Aliás, qual o propósito dessa garota na trama toda? Nem vou comentar sobre aquela ladainha de Eu Decidi Esperar ZzzZzzz.
3.
A Viviam é apresentada como uma mulher cheia de autoestima, decidida e com muitos planos, mas termina se matando (numa cena exageradamente dramática, diga-se) por causa de um fora. Sério que foi o melhor fim que arranjaram pra ela? A mulher já era incoveniente, chata de galocha, não tinha necessidade de transformá-la numa psicótica suicida.
A trilha sonora é bonita, mas certas músicas são repetidas à exaustão, chato pra cacete isso! Mesmo assim vale a pena, sobretudo pelas atuações acima da média.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Oieee, tudo bem? Eu falei contigo tem tanto tempo atrás, gostei do seu gosto e dps paramos de conversasr kkkk vc tem instagram? Bjss
Vi Bacurau!!!! INCRÍVEL. Sério, vi na terça e ainda não paro de pensar sobre esse filme, hoje mesmo me peguei pensando como seria ótimo se tivesse uma graphic novel de Bacurau kkkkk As alegorias, os paralelos, os personagens mt bem colocados, tudo é excelente!!! Recomendo esse texto da revista cult, se ainda nao tiver lido: https://revistacult.uol.com.br/home/bacurau-kleber-mendonca-filho/
Ele a estupra porque é o único meio pelo qual ainda consegue obter algum poder sobre ela, já que no trabalho isso já não era mais possível estando ela hierarquicamente acima dele. Em todas as tentativas que ela faz de ter sexo, ele brocha. Só consegue gozar num sexo violento e forçado, um estupro. No início do filme vemos uma cena engraçada de tentativa de sexo oral, mais pra frente esse mesmo tipo de sexo é visto como um ato humilhante. Luke não suporta chupar uma mulher profissionalmente superior a ele, embora não se importe em ajoelhar para seu chefe e implorar por um cargo numa cena completamente ridícula.
Muitos Luke's por aí. É complexo.