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Data de lançamento
21 Set. 2023Duração
Meu Nome é Gal conta a trajetória da jovem cantora tímida, Maria da Graça Costa Penna Burgos, que sai da Bahia rumo ao Rio de Janeiro, para se tornar Gal Costa e resplandece diante a magnitude da música popular brasileira do final da década de 1960.
Uma trama envolvente e transformadora, que colocará os percalços da artista diante as dificuldades perante uma sociedade conservadora no início da Ditadura Militar, trazendo em tons sutis uma mistura de MPB, bossa nova e guitarra elétrica, além de propor uma transformação completa no visual e nas atitudes. O longa traz a força e determinação de uma das principais vozes da Tropicália, com seus receios mesclado com sua força, que o provocará uma revolução estética e comportamental que transforma toda uma geração, principalmente de mulheres.
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Bem produzido e nada mais.
Tudo é feito na média do agradável.
Nenhum centavo memorável.
Nada de diálogos preciosos.
É bem feito. Isso pode ser pouco dependendo do assunto ou personagem a ser retratado.
Fica o gostinho que poderia ser melhor. Bem melhor.
Pegue uma história rica, uma personagem potente e uma boa atriz. Reduza a um roteiro mequetrefe, cheio de despejos na tela, uma montagem HORROROSA e uma estética sem vida. Um desperdício. Só não é pior pela Sophie e pelo Lobianco, que salvam o filme de ser uma tragédia completa e permitem que o espectador chegue ao final (aliás, que final é esse?) com um pouco de interesse.
Vi essa coisa ontem e como amante de música e cinema fiquei EXTREMAMENTE DESAPONTADO! O pior? A proposta é boa! Quem fez, obviamente, sabe muito bem quem foi Gal. Mas as escolhas artísticas e a condução foi sofrível!
Gal era uma forca da natureza! Começar o filme com referências ao FA-TAL: Gal a todo vapor, que é um dos trabalhos mais viscerais da historia da musica e conseguir entregar um filme morno, chocho, sem-sal... do início ao fim foi uma tragédia!
Se vc gosta de Gal e ainda não viu esse filme, não perca seu tempo com isso! Coisa mais sem vida e apática que vejo em muito tempo. Os atores? Sofia? Vou nem criticar... a culpa principal é de quem teve a brilhante escolha.
Gal Costa é uma potência, que esta cinebiografia ("Meu Nome É Gal") teve a coragem de reduzir. A Globoplay tem uma equipe que não sabe dimensionar a/o artista
Sophie Charlotte também não ajudou. Não fez juz ás expressões reconhecidas de Gal Costa.
Junto com Mussum, o Filmis, a pior cinebiografia que já conferi em minha vida.
2065. (28/09/2025)
Nem a pau que 80 min contaria a história de Gal Gosta.
Pareceu mais um episódio de uma série sobre a tropicália...e ta faltando eu ver os anteriores e o final. - Veja que ideia interessante, não!?