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“É um retrato-reportagem do pintor Jean Varda, meu tio. Na periferia aquática de São Francisco, centro intelectual e coração da boêmia, ele navega com velas latinas e pinta cidades celestes e bizantinas, pois é grego. No entanto, ele é muito ligado ao movimento jovem americano, e recebe hippies na sua casa-barco. Sobre como eu descobri o ‘meu tio da América’ e o quão maravilhoso ele é, é o que mostra este curta-metragem em cores.” (Agnès Varda).
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"Para mim, a única maneira de não sucumbir à suprema humilhação da vida, que é ser psicanalisado, é ir velejar sem motor pelo menos uma vez por semana."
A arte como processo, encontro, exploração, amor, conversa, humor, descoberta, união, acho que só a Varda conseguiria fazer algo assim
adorei!! lindíssimo! muito criativo, a forma como escolhe apresentar as obras de arte do tio é sensacional. as cores são maravilhosas. que figura é o tio yanco, esse soube viver bem. já é um dos meus preferidos da varda
simplicidade bem feita com simpatia e afeto, adoro o tom das obras da Varda
"A olho nu o mundo é transparente."
Tio Yanco #OncleYanco de #AgnesVarda EUA,1967.
Agnès Varda vai até a Califórnia conhecer um artista, seu tio, um parente emigrante grego que ela nunca conheceu, Jean Varda. Lá ela descobre sobre o homem boêmio que vive da sua arte, como ela, uma mulher que vive arte. E o resultado é uma maravilha de cinema, desses que só Varda consegue fazer.
#JeanVarda #CurtaMetragem