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Inglaterra, 1645. A nação está em ruínas. A guerra civil que dividia o país terminou. Os Puritanos derrubaram o Rei Charles I (Rupert Everett), ganhando assim a batalha contra a corrupção. Surgem dois heróis pós-guerra: Lorde General Thomas Fairfax (Dougray Scott) e o General Oliver Cromwell (Tim Roth). A missão de ambos é unir e reformar o país. Fairfax, membro da aristocracia, quer uma reforma moderada enquanto Cromwell exige a execução do Rei. O rei deposto acredita que o seu reinado foi roubado por Fairfax e está determinado a reconquistá-lo. Encontra em Lady Anne Fairfax (Olivia Williams), uma simpatizante que se mantém fiel à monarquia. Fairfax se encontra cada vez mais dividido entre a fidelidade à esposa, Lady Anne, preservando sua classe social, e à causa revolucionária de seu companheiro. Cromwell age de forma cada vez mais agressiva e brutal e Fairfax percebe que precisa detê-lo, iniciando-se assim uma batalha onde a traição e a conspiração são as principais armas dos dois homens mais poderoso do pais.
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O início tem um tom muito datado, quase novelesco, chegando a mostrar cenas que poderiam ser incluídas em esquetes de comédia de programas de paródia, tipo:
Cromwell diz: ”Eu sei segredo x”. Fairfax faz silêncio de tensão porque pode ser desmascarado. “É isso, isso e isso”. Fairfax respira aliviado, porque na verdade, Cromwell não sabe de nada.
É no terço final, no entanto, onde o filme cresce por abandonar esse estilo exagerado e focar mais na relação dúbia e trágica entre Cromwell e Fairfax.
Uma página importante da história da Inglaterra em que através da Revolução Puritana, o rei Carlos I foi destituído e condenado à morte. Em consequência, a monarquia foi abolida e, entre 1649 e 1653, o país tornou-se uma república (denominada Commonwealth of England), mais de cem anos antes da Revolução Francesa. Cromwell dissolveu o parlamento republicano em 1653 e tomou o controle do Estado, como Lorde Protetor perpétuo, introduzindo uma ditadura, até sua morte, em 1658.
Filme fraco e tendencioso que se debruça de forma parcial e não assertiva, sobre o trabalho e projecto político de Oliver Cromwell, os seus ideais e personalidade.
Leva duas estrelas puxadas simplesmente pela qualidade na reprodução dos cenários, personagens, e vestimentas da época.
O filme retrata a revolução puritana, a qual aconteceu mais de 100 anos antes que a revolução francesa...
E, diferentemente da revolução francesa, que foi mais uma revolução popular, a revolução puritana foi simplesmente um conflito entre o parlamento e o rei, o qual queria criar novos impostos, leis, sem a aprovação do conselho e subornar pessoas para estarem ao seu favor.
Daí surge uma guerra civil, na qual o parlamento leva a melhor e executa o rei, Á MACHADADAS, e a Inglaterra deixa de ser uma monarquia e passa a ser uma república por quase 20 anos.
Há uma semelhança, entre esses dois movimentos, que é que, ambos abordam o absolutismo, pois Carlos I, queria se livrar do parlamento e governar a Inglaterra sozinho. Já na França, o povo estava farto de estar na miséria absoluta, e influenciados por ideais iluministas, pediram as cabeças da nobreza, a qual a maioria, tiveram suas cabeças decepadas por GUILHOTINAS...
É simplesmente isso.
Filme EXCELENTE! Contextualiza a Revolução Puritana (Rei X Burguesia) durou 7 anos. Oliver Cromwell era o líder dos burgueses, venceu e decapitou o rei Carlos I >>> Super importante, pois essas revoluções (puritana e gloriosa) estão criando condições para a posterior Revolução Industrial ;)
Não sei o que o povo tá confundindo...
Serve como ponto de partida para uma discussão mais profunda sobre o absolutismo europeu.
A cena da morte de Carlos I é um marco na mentalidade do povo.