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Data de lançamento
23 Jan. 2016Duração
Krzysztof e Michal são colegas de classe de uma escola de artes. Com a perspectiva do início da vida adulta, eles passam a vagar incansavelmente pelas ruas da cidade experimentando a existência em seu limite. Eles levam cada uma de suas experiências até o extremo, testando o que é estar realmente acordado em um mundo que parece satisfeito por estar dormindo.
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A vida com suas conexões passageiras e outras nem tanto, uma busca pelo que não se sabe enquanto o tempo não para e o presente nos rodeia. Me deixou com vontade de conhecer a noite de Varsóvia, acho que poderia me acostumar em morar lá.
Se Hansen-Løve, Noé e Malick tivessem um filho seria isso aqui. Taquepariu. Há tempos eu não sou fisgado tanto por um filme. Cada segundo dessa joia notívaga é bonito. A forma como a câmera rodeia os personagens, numa dança, numa coreografia visual que parece ser fácil, mas simplesmente não é, me impressionou demais. Que trilha é essa, mermão? Burial, Brel, Hardy, porra. Lindo demais. O protagonista é uma mistura boomer de Chet Baker com o James Dean. A cena que a câmera vai revelando-o semivestido fazendo café de manhã é absurda. Ou a camaradagem dos dois no início do filme, errantes na madrugada, chapados, carentes, entediados e com tesão, acordando de manhã juntos e falando sobre Patti Smith. Dá pra mim não.
- Costumava me aterrorizar também, mas agora me aterroriza o fato de não me aterrorizar mais.
Paguei pau pra esse Marczak!
Procurei tantooooo esse filme pq não conseguia me lembro do nome, pra no final não conseguir passar de meia hora, é raro eu fazer isso com um filme. Não sei se pq tenho ranço de europeu, ou se não é momento certo de assisti-lo, não parece em nada com um documentário
"Eu tenho medo de me afogar no presente."
Revisto 2 anos depois. Continua lindo.
Tudo e o nada